MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Desenhar a luz - resenha do livro

A luz e a arquitetura estão intrinsecamente ligadas. Já disse Le Corbusier que "a arquitetura é o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes dispostos sob a luz." E é verdade. O arquiteto Rogier van der Heide nos fala em um vídeo TED do porque a luz precisa da escuridão e de como são complexas e belas essas interações entre sombras e luminosidade.

Mas e como representar a luz em todo o seu esplendor em um desenho em duas dimensões? Muitos artistas se debruçaram sobre isso para criar magnificas obras que nos encantam e que são explanadas de forma bem simples - e até poética, nesta obra de Peter Boerboom e Tim Proetel, chamada de "Desenhar a Luz".


Para começar uma constatação: "só conseguimos enxergar a luz quando ela vai de encontro à matéria...para existir, a luz precisa da escuridão ao seu redor". 

E vemos tanto no mundo real (e principalmente arquitetônico) como no mundo da expressão gráfica essa ligação luz/escuridão se faz presente, de maneira intensa.
No livro percebemos desde como se comportam as fontes de luz e as suas características, a posição em que ela incide nas figuras e superfícies e de como utilizar os traços para marcar as transições e volumes.

A sombra e suas nuances é vista em um capítulo muito especial e compreender como ela se comporta e como podemos defini-la em um papel, nos dá o poder de perceber como representar a dimensão dos objetos. Qualquer estudante de arquitetura sabe a que me refiro. E qualquer pessoa, mesmo as que não desenham, já conseguiram ver objetos saltando para fora do papel, ressaltados por uma sombra delineada com precisão.

A forma como a luz se reflete pelas superfícies também é mostrada em suas formas de representação. O brilho, a transparência, o desenhar a luz é mostrado de forma gráfica e didática pelos vários capítulos do livro que serve como um manual para quem quer aprender a desenhar.
E termina com um capítulo sobre a simbologia da luz e com frases que nos batem como poemas:


"Tudo aquilo que incandesce de dentro para fora parece ser mais precioso e misterioso" 




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