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Mostrando postagens de Outubro, 2017

Leia isto se quer fazer desenhos incríveis

Como resistir a um título desses???? Se eu, que sempre gostei de desenhar desde pequena, passei por algumas dificuldades para aprender desenhos mais técnicos, imagine quem não se imagina com um lápis na mão, se expressando em forma gráfica? Quem não gostaria de aprender a desenhar, nem que seja para simples exercício de desopilar as ideias? Se colorir imagens prontas já é uma baita terapia que mobilizou tantos, imagina poder rabiscar sem medo? E com prazer? Pois é isto que este livro se propõe a mobilizar na gente.

Confesso a vocês que tenho saudades de um tempo sem muita conexão, onde deixava a mente correr solta e brincava com lápis e papel, sem nenhuma pretensão que não fosse a alegria de rabiscar.

Das brincadeiras infantis passei a exercitar o desenho como forma de expressão das ideias que me brotavam à mente. Aprendi a fazer perspectivas, fui em busca do que fazia o desenho transcender as duas dimensões. Aprendi que existiam pontos de fuga e que o simples rabisco podia ser o início…

Divagações de uma caminhante solitária pelo Parque

Moro a duas quadras do mais famoso e emblemático parque da cidade. Não aproveita-lo de forma mais demorada e contínua chega a ser um despropósito. E, como nossos dias nos levam a temer (sem trocadilhos, ou com eles, escolham...) levar qualquer coisa a mais que não seja um bom par de tênis e a disposição de caminhar, lá me fui, em uma manhã de sábado ventosa, caminhar sozinha pelo Parque. O sozinha é porque sempre vou com uma amiga e isso me faz ver o tempo correr mais rápido. Mas hoje foi em tudo diferente.
A Redenção, também conhecida como parque Farroupilha nessa cidade onde tudo costuma ter mais de um nome, foi construída para uma monumental comemoração do Centenário da Exposição Farroupilha, em 1935. A Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos foi aquela que a gente perdeu (ou empatou) e comemora até hoje. Esta exposição teve pavilhões de estados brasileiros e países e levou uma multidão para vê-la. Entre esses, dois jovens que mal sabiam que iriam se conhecer poucos anos depois…

Um sistema único e nunca mais repetido na história - Duomo de Florença

Adoro séries históricas. São o meu novo vício. Através delas revivo o velho hábito de aprender história através dos filmes, da literatura e das artes. E tive a oportunidade de ver alguns capítulos da história dos Medici. Os de Florença, não os daqui. Até porque os de lá marcaram sua época com o mecenato que resultou em muito da beleza artística da Florença que hoje conhecemos e admiramos.  A série mostra a história de Cosimo di Medici, banqueiro e incentivador das artes e artistas. Um episódio da série, que se passa no início dos anos 1400, me chamou particularmente a atenção: a aparição de Filippo Brunelleschi que vence um concurso para construir a cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore.  As grandes obras de catedrais demoravam muito para serem finalizadas naquelas eras. A Catedral de Florença começou a ser construída em 1296, sob as fundações de uma antiga igreja e tinha o projeto de Arnolfo di Cambio. Entre paradas e retomadas, os séculos se sucederam, e a catedral tinha uma apa…

Escada como surpresa visual em ambiente minimalista

Uma impressionante escada que é praticamente um escultura de madeira em meio à um ambiente minimalista parisiense. É obra do designer Ora Ito para os jornais Le Parisien e Les Echos.
Uma interessante contraposição aos espaços mais neutros, a escada vai se transformando para cada um dos três pavimentos dos escritórios como se fosse uma serpente viva, trazendo movimento e um toque instigante que liga os espaços e as pessoas.    
" A escada ultrapassa a arquitetura. Os escritórios são intencionalmente minimalistas, tranquilos e funcionais sem decoração estranha. Os detalhes refinados são discretos. A única surpresa visual para colaboradores e visitantes é este enorme corpo que sobe através do edifício e se presta a várias funções em vários espaços: área de recepção, particionamento, cantina e paredes de auditório ". Ora Ito

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Memórias da faculdade

FAU UFRGS final dos anos 70, início dos 80. Na época haviam poucas faculdades de arquitetura no RS e a gente enchia a boca para falar URRGUISSSSS só para ver o olhar de admiração das pessoas que nos olhavam de cima a baixo. A gente precisa dessas aprovações ao ego quando tem 20 anos.
Foi neste prédio na esquina maldita que jovens cheios de entusiamo e sonhos se cruzaram pelos corredores e a famosa escadaria da faculdade de Arquitetura. Lembro disso agora porque com as facilidades da web estamos nos reunindo de forma virtual - os formados, os que largaram pelo meio, os que viveram de alguma forma o sentimento de pertencer aos Arq anos 80.  Lá se vão mais de três décadas de contato com a profissão. E rememorar os colegas, lembrar das festas, das maneiras de se projetar e de como cada um levou e leva a sua vida profissional me deixa cheia de uma nostalgia de vida. Já falei sobre as 10 lições que a faculdade de Arquitetura me trouxe como aprendizado e sobre como era o projetar naqueles eras…

Casa autônoma feita em concreto

Uma casa construída em concreto com grandes calhas para cultivo hidropônico, que garante a alimentação dos habitantes, é o projeto dos estudantes da Universidade de Washington para o Decathlon Solar.


Casa CRETEpretende mostrar a viabilidade do uso concreto como técnica construtiva em habitações com viés sustentável. Com um bom isolamento a casa é resistente ao fogo, ao clima e à atividade sísmica. E ao mesmo tempo é projetada para grande auto-suficiência - "incluindo geração de energia (através de painéis solares) , reutilização de água e produção de alimentos".

Fonte e maiores informações : Inhabitat

Fotos: Mike Chino

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Espaços de Museus - outros olhares

"Não se deixe intimidar com os museus. Eles pertencem a todos "Quando arquitetos falam de Museus normalmente se deixam levar pelos vícios da profissão e pensam em imagens onde as formas se sobressaem. 


E mesmo os espaços internos, se povoados, são normalmente assépticos e fico imaginando quando é possível encontrar espaços tão vazios para admirar obras de arte. Em Museus famosos, quando acontecem, são inesquecíveis como quando vi a Guernica ainda em um pequeno espaço de Madri. Mas a Mona Lisa vi acompanhada de uma multidão...
Refleti sobre isso mais especialmente ao ler o livro de uma amiga. O livro se chama Essências e Geografias de Berenice Sica Lamas.Conheci a Bere em uma oficina de poesias uns anos atrás e lendo agora um mosaico de suas vivências, experiências, viagens e descobertas me senti transportada para um olhar sensível que me mostra o espaço de museus de uma maneira tão bonita. Os espaços e formas conformam sensações e sentimentos que ela nos descreve com tanta sim…

Casa de 40m2 usa técnica tradicional na Espanha

Um escritório brasileiro relativamente jovem é responsável pelo projeto dessa casa de 40 m2 em Alicante, na Espanha. Os arquitetos da GRUA tem um trabalho bastante interessante e uma exemplo pode ser visto na Casa Vall de Laguar.
Um terreno com uma bela vista para o mar mas com uma área mínima, 80 m2.A técnica construtiva em pedra segue a tradição do local. O volume limpo é dividido em dois pavimentos (com um mezanino): no térreo estão sala, cozinha e o quarto principal. No subsolo um escritório, banheiro e outro quarto. Os bancos que vemos nas fotos são as claraboias de ventilação do subsolo.

Projeto GRUA em colaboração com Inma Lifante


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