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Mostrando postagens de Março, 2021

MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Zerno, uma semente para o amanhã

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Um dos efeitos da pandemia que assola o mundo no começo da segunda década do século XXI é um desejo de volta a uma vida mais em contato com a natureza. Alguns podem se dar ao luxo de viver em suas casas de veraneio. Outros, podendo trabalhar em home office, podem deixar os núcleos urbanos super adensados e se refugiar em pequenas cidades. Mas e os que são ainda obrigados a deixar o campo para buscar trabalho nas cidades? Por isso, essa solução, premiada na competição de Adaptação urbana, sobre como a construção modelar em madeira pode ser usada em construções sustentáveis e com custo competitivo, me chamou a atenção. É uma proposta poética sobre como reter pessoas em aldeias na Rússia. Chama-se Zerno , e é uma espécie de semente de comunidade.  À luz das recentes mudanças na sociedade devido à pandemia, a proposta «Zerno» é relevante por nos fornecer uma visão poética de como a sociedade pode regressar a áreas rurais abandonadas em busca de isolamento na forma de um retiro rural. "

Bairro flutuante e sustentável na Holanda

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Que tal morar em um bairro sustentável e sobre as águas? Já existe em Amsterdã, na Holanda, um bairro assim, criado pelos seus habitantes. Seu nome é  Schoonschip - o termo holandês para “navio limpo”. Um projeto ainda pequeno, 46 casas autossuficientes em 30 arcas flutuantes.  As residências são aquecidas por painéis solares e bombas de calor, possuem telhado verde e logo as águas residuais dos banheiros será aproveitada em energia. O escritório  Space & Matter  foi contratado para desenvolver o plano urbano para o bairro sobre as águas.  Desenvolveram um projeto comunitário de comunidade inteligente circular que resultou nas 30 arcas que ligam as casas ao bairro com todas as infraestruturas técnicas necessárias para o funcionamento da comunidade.  Os moradores fizeram as casas com os arquitetos de suas preferências.  Além do planejamento urbano, Schoonschip é também sustentável no aspecto social: seus moradores atuam em comunidade para melhorar e coordenar seu bairro. Compartilh