Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Setembro, 2019

Biblioteca em madeira revitaliza aldeia destruída por terremoto

Um terremoto na província chinesa de Yunnan destrói casas e deixa espaços comunitários vazios. O arquiteto Olivier Ottevaere e o diretor de uma ONGJohn Lin unem esforços com alunos da Universidade de Hong Kong e, juntamente com os alunos e comunidade, projetam e constroem três projetos em madeira como uma forma de revitalizar o local. Um deles é uma biblioteca e centro comunitário, The Pinch que mostramos aqui.


As formas geométricas das treliças de madeira se unem em graciosas e fortes estruturas que abrigam espaços de convívio das pessoas da vila e ajudam a reconstruir suas vidas destruídas pelo terremoto. Os forros servem também de espaços de convívio e lazer, aproveitadas as inclinações do terreno onde se localizam. 

A produção de madeira local foi aproveitada no processo de construção das estruturas. Processos simples que resultaram em estruturas adequadas à cultura local e muito simbólicas da mudança e reconstrução da comunidade.  




Gostou? Compartilhe e nos siga também nas redes soc…

Visita à arte na cidade dos mortos

Visitei a cidade dos mortos.  Poucas vezes fui a um cemitério por motivos outros que não a partida de alguém amado/conhecido.  Uma vez por desafio, era noite, em outro país. Outra a passeio, também em outro país. E agora para conhecer a arte funerária em um cemitério de minha cidade. O desafio desta veio de um almoço Clio onde a professora Dra Luiza Neitzke nos apresentou um panorama onde a "arte revela símbolos, conhecimento, poéticas de muitas eras e a história social e de nós mesmos."

Passando pelas inspirações de cemitérios europeus onde a arte funerária vinha ornar os túmulos porto alegrenses, em cópias de maior ou menor rigor estético. 
As cópias mais utilizadas, as histórias de amor e perda, e imagens simbólicas que retratam as saudades dos mais abastados que conseguiam se distinguir até na finitude.

Leia aqui A melancolia e a arte cemiterial Após a palestra do almoço fomos em grupo ao mais antigo cemitério da cidade: o Cemitério da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia.
Le…

Breve História da Arte Moderna - indicação de livro

Aprofundando os meus conhecimentos sobre arte, já iniciados com mais ênfase ao ler o guia de bolso, Breve História da Arte, tenho a oportunidade de ter um olhar mais aprimorado sobre o que se convencionou chamar de arte moderna, o fulgurante período que vai do final do século XIX aos nossos dias, no livro de Susie Hodge chamado de Breve História da Arte Moderna.
Sim eu sei que o termo moderno é usado pelos leigos para englobar todo o período, mas para sermos mais exatos - e o livro faz essa ressalva - arte moderna como termo seria a que vai do final do século XIX até a década de 70. De lá para cá chamamos de arte contemporânea.
É assombroso como ambas encerram produções ricamente criativas e com uma gama de movimentos extremamente ricas. Sempre acho difícil se ter uma visão mais isenta quando estamos muito perto do foco dos estudos. Talvez (e aqui falo como leiga) daqui uns séculos esse número expressivo possa ser reduzido de forma mais global, mas por enquanto vemos em torno de 40 mome…