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Mostrando postagens de novembro, 2022

Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Ideias de enfeites de Natal em Macramê

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  O artesanato de macramê parece ter voltado às tendências de artesanatos, em especial nos esforços das pessoas de usar as mãos e aprender algo, ao mesmo tempo produtivo e relaxante, durante os tempos de pandemia. A tecelagem manual com o uso de nós pode ser usada em variadas formas: aqui vou mostrar várias sugestões do seu uso em enfeites natalinos. OBS: São imagens de inspiração. Não vendo e não tenho tutoriais de como fazer. São exemplos interessantes de árvores, enfeites de mesa, suportes para bolas, adornos para presentes e até mesmo um presépio! Árvore de Natal em Macramê - passo a passo

A gaiola pombalina na reconstrução de Lisboa

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O grande terremoto que destruiu Lisboa em 1º de novembro de 1755 teve como consequência uma perda irreparável de vidas humanas e edificações. Mas também serviu para que se fizesse uma grande reflexão sobre o papel de Deus e da Ciência .  "Depois do terremoto que destruiu três quartos de Lisboa, o meio mais eficaz que os sábios do país inventaram para evitar uma ruína total foi a celebração de um soberbo auto de fé [ritual de penitência pública], tendo a Universidade de Coimbra decidido que o espetáculo de algumas pessoas sendo queimadas em fogo lento com toda a solenidade é um segredo infalível para evitar tremores de terra ", escreveria Voltaire em seu polêmico conto filosófico Cândido (1759). (BBC) Enquanto a Igreja de então tentavam aplacar o temor divino através de autos de fé, homens de ciência procuravam analisar, pesquisar e encontrar soluções para reconstruir e, quem sabe, evitar novas tragédias. Foi assim que Lisboa foi novamente construída usando a estrutura que fic...