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Warka Water - levando água potável às populações carentes

Pessoas urbanas, ou mesmo as rurais, que moram em países como o Brasil, onde a água ainda é um bem abundante, não conseguem imaginar, muitas vezes, o imenso drama de populações que não dispõem de água para suas mínimas necessidades. Por isso projetos simples como o Warka Tower fazem tanto sucesso. Falei sobre isso em torres de bambu levam água limpa para povos carentes. O projeto Warka Water vai além da torre de água que tanto bem trouxe, com o acesso à água potável. Já foram construídos "12 protótipos em escala real para testar diferentes materiais com diferentes condições ambientais. Todos os materiais utilizados são de base biológica e / ou recicláveis, e incluem bambu , corda de cânhamo e malha de poliéster e cabo" (fonte).  Além das torres, agora já implementadas em outros locais e continentes, a organização Warka Water trabalha com outros projetos: Warka House: Uma casa moderna e melhor para os moradores da comunidade rural que mantém a antiga tradição local de trabalhar c…
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Guardar milhares de livros em estantes de ângulos

Onde guardar uma extensa coleção de livros (em torno de 2500) em um loft no Brooklyn, em NYC, onde os espaços não costumam ser muito generosos? Foi o desafio que o escritório Buro Koray Duman resolveu com maestria e com ângulos. Um casal e seus milhares de livros são os clientes, o Publisher's Loft o resultado do projeto. 
A solução?
"Uma biblioteca personalizada que envolve o perímetro de todo o apartamento com prateleiras personalizadas em um ângulo de 45 graus".As estantes de livros em ângulo como que envolvem e definem os dois lados do loft e podem deixar os livros perfeitamente visíveis de um lado, ao mesmo tempo que os esconde de outro.
Os espaços são permeáveis e as estantes com os livros os acompanham. Os materiais e revestimentos sinalizam os encaminhamentos e a estrutura de madeira aparente remete ao uso antigo do local. 
Fotos Kevin Kunstadt Fontes: Dezeen e ai-architect
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Torre feita com novo processo de madeira auto-moldada

Madeira curvada sempre foi uma maneira fascinante de se usar este material. Agora a Universidade de Stuttgart, através de dois departamentos, projetou a Torre Urbach, uma bela estrutura feita com um novo processo de auto-moldagem.


Os estudo usa um processo natural de deformações por umidade como vantagem. Segundo os pesquisadores, "a madeira é programada e organizada de tal forma que a deformação natural desencadeia um comportamento de auto-modelagem projetado."(fonte)

Ao invés dos antigos métodos mecânicos de deformação, os pesquisadores usaram simulações de computador para previsão de como se daria a deformação da madeira. Com isto conseguiram formar peças curvas laminadas maiores e com elas montar esta torre de aparência elegante e leve.

As 12 peças que compõem a torre são bastante finas (90 mm de espessura) e recebem proteção contra fungos e radiação UV.
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Calungas, a representação da escala nos desenhos

Embora as fotografias de Arquitetura raramente tenham seres humanos, as representações gráficas dos projetos as tem. As calungas. Este nome esquisito foi o que aprendi a nominar a representação humana nos desenhos, a tal da escala humana, que mostra de maneira mais clara como os espaços se conformam em proporção aos nossos corpos. 
Hoje é muito comum que tenhamos blocos de seres humanos, animais e plantas em todos os programas gráficos. E há sites onde podemos buscar figuras das mais diversas etnias e movimentos para humanizar nossas plantas e perspectivas.
Me lembrei das calungas ao falar com um colega arquiteto, bem mais jovem que eu, que me mostrou fotos de projetos da década de 80, com simpáticas figuras, simulando movimentos. E, para minha surpresa, ele nunca tinha ouvido falar do termo calunga. Como eu nunca tinha parado para pensar sobre isso, fui dar uma rápida pesquisada e achei que o termo tem origem africana e talvez tenha vindo em função das bonecas de madeira, usadas nos co…

Merdacotta - material disso mesmo que você leu

Nesses tempos extremados de trocas de farpas muito aguerridas entre pensamentos divergentes é até emblemático que se possa construir objetos úteis e até belos com o excremento. É o caso da Merdacotta, cerâmicas feitas de esterco de vaca e argila. Uma criação do Museu Della Merda.

Foi um fazendeiro italiano que concebeu a ideia de aproveitar os abundantes excrementos de suas vacas para algo produtivo. Coisas de empresário, fazer dinheiro com algo que as pessoas jogam fora e ainda com cara feia. Gianantonio Locatelli chamou o arquiteto e designer Luca Cipelletti e iniciou o seu museu. Museu da Merda.
Misturando o esterco seco com argila, palha e resíduos agrícolas, eles conseguem a Merdacotta que pode ser traduzida por merda cozida. Obviamente que os odores são trabalhados em processos que os tornam inodoros. E o metano e a ureia extraídos ainda são reaproveitados para energia e produção de plástico. 
O material resultante é a matéria prima para vários objetos, desde azulejos, canecas até …

Rede de pesca reciclada vira luminária

Um grande problema a causar poluição nos mares são as redes de nylon. Já falei sobre uma forma de reaproveitamento em forma de objetos em De redes fantasmas a conchas. Agora soube de um novo projeto, dos designers portugueses André Teoman e Ana Rita Pires, chamado RE_DE, que dá um novo uso ao material descartado na forma de luminárias.
O nome do projeto faz um jogo com as palavras rede (que também denomina a web) com o prefixo RE para demarcar uma ação repetida. Reusar, reciclar estão no foco de muitos projetos que se preocupam com o excessivo uso de materiais e o seu correto descarte.

Usando os fios de nylon das redes que coletaram nas praias, os designers as teceram com outros plásticos e formaram dois tipos de luminárias: horizontais e verticais.



Fonte DesignBoom e Material District  Fotos e Video - AT Studio
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Caixa de espelho é o norte do projeto

Uma reforma de um apartamento antigo, com 65 m2, em Barcelona, onde uma caixa de espelhos, estrategicamente colocada, revela novas paisagens foi o grande mote do projeto Parlament19 de Miel & Studio P10.


Duas janelas foram o ponto inicial do conceito do projeto, onde os arquitetos procuraram levar a luz natural e a bela imagem das árvores da rua para o interior do apartamento, causando o que eles definem como "a surpresa que é a melhor ferramenta para redescobrir o cotidiano"

foto: Jose Hevia & Asier Rua 
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