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Módulo sustentável que pode ser adaptado e remontado

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Um desafio: criar um módulo de construção sustentável, com facilidade de montagem, com pequeno impacto no meio ambiente e adaptável às necessidades dos usuários. Tudo isso com uma arquitetura interessante. E que ainda pudesse ser desmontado e remontado. Bacana, né? Pois foi o que o arquiteto Adriano Pupilli propôs com o seu kit IMBY . "A intenção fundamental do projeto é incorporar o pensamento arquitetônico de qualidade em um kit de construção, de modo que, por meio de economias de escala e técnicas de fabricação automatizada, um bom projeto possa ser disponibilizado ao público em geral." "IMBY ™ significa In My Back Yard. É um kit de construção que engloba a simplicidade e elegância das técnicas de marcenaria antigas com a eficiência e sustentabilidade da fabricação digital e recursos renováveis, para fornecer aos ocupantes uma solução de espaço fácil de montar e de baixo custo que você pode configurar e reconfigurar, para responder ao que a vida joga em seu caminho.&q

Pavilhão inédito feito de fibras enroladas roboticamente

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Um pavilhão, chamado de livMats, que parece ter sido coberto por uma renda, é o que pesquisadores e estudantes das Universidades de Freiburg e Stuttgart projetaram. O material utilizado é um linho biodegradável, renovável, com excelente relação resistência-peso e enrolado roboticamente. Inspirado em plantas que possuem estruturas especiais que são, ao mesmo tempo leves e resistentes, o pavilhão consegue reunir as propriedades mecânicas da fibra reticulada para os seus elementos estruturais leves. Para conseguir este processo de enrolamento, foi usado um robô que permite uma precisão muito apurada tanto nos aspectos construtivos, como nos arquitetônicos.  Saiba mais AQUI Fotos: ICD / ITKE / IntCDC University of Stuttgart

A escolha do lote mais confortável e econômico para construir

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  Comprar o terreno para edificar um sonho. Uma edificação, antes de ser construída, é feita de intenções e expectativas. E elas começam já na escolha do lote. Idealmente, as pessoas deveriam poder contar com ajuda profissional de um arquiteto desde esta primeira etapa. Mas, normalmente já chegam com o terreno comprado, normalmente sem as informações técnicas mais relevantes para a perfeita adequação de suas necessidades. Constatamos então problemas clássicos, como insolação, restrições específicas de condomínios, árvores que não permitem abater, pedras que só explodindo, arruamentos com escoamento pluvial mal feito, criando córregos que atravessam a propriedade, e estas coisas todas sempre atendendo à Lei de Murphy, a pedra justamente onde o cliente quer a garagem... Isso sem falar daqueles clientes que compraram não terrenos, mas edificações pretendendo reformas impossíveis, dadas as condições físicas e técnicas, ou mesmo legais. Pensando nisso, alguma orientação prévia seria utilida

Podcasts e o futuro da construção

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Me rendi aos podcasts. Confesso. É uma maneira rápida, divertida e interessante de atualização e conhecimento. Gosto muito dos de história, que uso de pano de fundo quando estou trabalhando. Mas descobri este daqui que fala sobre o futuro de várias coisas, inclusive da construção. E são avanços imensos, materiais super interessantes e até tecnologia 3D que poderá ser usada na colonização de outros planetas.      O podcast é produzido pela Superplayer & Co , líder em soluções de streaming de áudio para negócios no Brasil. Veja mais no site A Virada Das novidades faladas no podcast sobre o futuro da construção destaquei duas: uma sobre o aerogel e a outra sobre as construções 3D em Marte. AEROGEL Um sólido com 97% de ar.  Não a toa, um material que causa perplexidade . Tem excelentes propriedades acústicas e é extremamente leve. Suas aplicações vão desde o uso como isolante na indústria aeroespacial, de construção civil e vestuário até a saúde, usado como controlador da hemorragia. M

Onde guardar os vinhos que estamos comprando mais

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  Isso talvez explique o incremento no consumo de vinho nos últimos anos, aqueles em que estivemos mais retraídos em nossas casas. Recebi um release interessante falando sobre isso. Entre os dados divulgados pela  plataforma cupomvalido.com.br, houve um aumento de mais de 30% no consumo per capita. Ficamos atrás apenas da Argentina. Não é pouco. Faço parte deste contingente de 83 milhões de brasileiros que curtem consumir um bom tinto. Tinha uma preferência pelos chilenos e argentinos, mas em função da pandemia passei a prestigiar a indústria local, pensando também na manutenção das empresas e empregos. Acho importante. Já aviso que não sou uma expert e aproveitei as lives de wines trip para aprender um pouco mais. Lágrimas, terroir, cheiros e sabor sempre foram algo instintivo. Mas sim, existem regras.  Leia aqui:  Tomando vinho com classe Harmonização do vinho O vinho é feito de rituais .  Na minha memória de casa, não tinha nada disso. Meu pai comprava um garrafão, tomava um copo no

Memórias da casa da infância são marcas que nunca saem

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Das casas onde vivi, umas onze pelo que lembro, guardo algumas na memória de maneira mais vívida. A primeira que me lembro é a única que não existe mais. Não tenho recordações em fotos, apenas algumas com nesgas de imagens. Ela mora mesmo é dentro de mim. Anos atrás fiz uma planta rascunhada de memória. Não tem escala, vejam bem, eu tinha dois anos quando fui morar ali. Saí com seis. Mas os espaços são claros em minha lembrança.  Era uma casa grande. O dono, pois era alugada, era um médico alemão, o projeto era limpo e devia seguir os padrões da época. Ficava no cimo de um morro. Isso, por si só, já lhe conferia uma certa majestade. Seu muro alto, mas que não a escondia, era cheio de uma força vigorosa, mas transparente. Para entrar, se subia por uma escada curva. Não existia acessibilidade naquela época. Eram os anos 60. A vida vibrava em ousadias em algum lugar do planeta. Não ainda na pequena cidade onde eu morava. Ali tudo ainda era vivido com magia e encantamento.  Na entrada, um

8 Tiny cabanas para inspirar sua alma

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Na esteira das mudanças de anseios pelas quais passa a humanidade, vemos o incremento das chamadas " tiny houses ". Tiny vem do inglês muito pequeno, e assim foram batizaram casas ou cabanas com pouquíssimo espaço e muito aproveitamento. Seja para casas de veraneio, espaço de trabalho ou mesmo para residir, a experiência de viver apenas com o indispensável, parece ser das tendências mais interessantes dos tempos atuais. Até porque contrapõem de maneira bastante enfática toda uma sociedade de excessos em consumo e usos. Separei aqui 8 exemplos de tiny cabanas que são altamente inspiradoras para alimentar essa ideia de forma prática. Muitas delas são vendidas como forma pré-fabricada.  A primeira delas é  aVOID . Com 8 metros quadrados, o jovem arquiteto Leonardo di Chiara projetou uma pequena casa, inspirada em barcos de sua infância.   Pode ser acoplada a um trailer e, por meio de dobragens consegue múltiplas possibilidades de uso. E ainda conta com um mirante/janela na parte