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Mostrando postagens de Agosto, 2018

11 ideias de casas elevadas do chão

Morar é um dos anseios humanos com vários significados culturais, sócio demográficos, sociológicos. Um dos principais talvez seja o da segurança, mas sentido âncora, de fixação em algum lugar, ressalta muito essa palavra. Tanto que Morar vem do latim morãre que significa demorar. Se formos atrás de sinônimos, veremos alguns como enraizar, estanciar e como antônimos errar, vagar.
Mas o verbo também pode ser usado para definir o como gostamos de morar "Viver de acordo com algumas regras, condições ou situações específicas: preferia morar sozinho."Há quem goste de morar errante, como toda a contradição que esse termo encerra. Há quem curta morar nas árvores ou sonhe em morar nas nuvens. E há quem se deslumbre em ter uma casa um pouco acima do chão. E não estou falando de morar em um edifício, mas em elevar a casa, seja lá pelas razões que forem: terreno íngreme, proporcionar melhor conforto térmico, segurança contra predadores, sejam humanos ou animais, ou simplesmente aproveitar…

Dicas de como evitar o desperdício no Canteiro de Obras - Post Convidado

Sempre tive uma preocupação muito grande com a questão do desperdício. Trago de casa exemplos de ensinamentos de meus pais e levo isso como prática em minha vida pessoal e profissional. Por isso achei relevante a proposta do tema desperdício no canteiro de obras que segue abaixo como postagem convidada do blog ARQUITETANDO IDEIAS. Recomendo também a leitura de Projeto de Habitação mais sustentável


Desperdício no Canteiro de Obras - Modismo ou Arroz com Feijão? Autor: Everton Oliveira

O desperdício não é bem-vindo em nenhuma circunstância. Seja ele:
Com águaCom comidaCom energia elétrica Esse malefício do mundo moderno precisa ser combatido a qualquer custo. As formas de se combater esse problema estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas e empresas em geral. Minha experiência na Linkedsp, uma empreiteira de serviços rápidos que otimiza seus processos no dia a dia, mostra o quanto isso facilita a economia de recursos como um todo. É bom lembrar que a conscientização é fundamen…

Guardando livros com amor

Ontem estive em um lançamento de um livro de uma amiga. 
Sim, as pessoas escrevem livros impressos. E sim, pessoas leem livros de papel. E debatem sobre eles. Há clubes e rodas de leituras para impregnar as pessoas de outras visões, outras sensibilidades, outros universos que passam ao largo em nossas vidas atribuladas e domadas em bolhas de convívio social, seja real, seja virtual. "O livro não pertence a ninguém, só a si mesmo: é mais adorniano do que o próprio Adorno imaginou. "Gustavo Melo CzeksterUm dos aspectos mais fascinantes da leitura é que proporciona um mergulho que poucas criações mobilizam em forma de sentidos humanos. Nossa visão, nossa capacidade de imaginação, nossas memórias e vivências são tocadas. E muitas histórias passam a ter uma nova percepção: a do leitor que se apropria. Quem já não se pegou tentado a brigar com o autor pelo rumo de um personagem ou enredo? Quem já não se sentiu descrito pelas palavras e comportamento quase como se "poderia ter e…

Pavilhão premiado usa tecnologia biônica inovadora e sustentável

Um pavilhão que mais parece uma escultura e é feito com uma tecnologia que insufla ar em elementos de aço recebeu o prêmio de projeto arquitetônico mais inovador de 2017 na Polônia. 


O projeto do pavilhão NAWA, feito com 52 toneladas de aço polido, e a tecnologia usada, chamada de FIDU, são obras do arquitetoOskar Zięta.



Começando com objetos menores, o projetista pensa esta tecnologia para maiores estruturas, a exemplo deste pavilhão, sua maior obra em tamanho. E quem sabe até em aplicações espaciais.


Potencialidades a FIDU apresenta com a união de durabilidade e estabilidade das peças em aço com a leveza, sendo necessário para isso um mínimo de pressão. 
A biônica ou biomimética são as fontes de inspiração para Zieta.



Fotos: Zieta Prozessdesign Studio

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Arquitetos constroem atelier ao redor de árvores e com aproveitamento de materiais

Quando arquitetos projetam e executam para o seu próprio atelier podemos ter soluções muito interessantes, que aliam criatividade, uso de poucos materiais e orçamentos enxutos, além do respeito à natureza existente no local.

É o caso da Caixa de Terra, um cubo de 45 m2 feito de terra, madeira e vidro, que abriga o escritório da Equipo de Arquitectura, um estúdio com jovens arquitetos no Paraguai.

O processo de construção passou por peneirar a terra do local para a construção das quatro paredes de taipa que foram erigidas em torno de duas árvores existentes. 

O uso da iluminação zenital e a simplicidade dos espaços o tornam rico e acolhedor. 

"Si la luz construye el tiempo, y la gravedad construye el espacio, la atmósfera de la Caja de Tierra se construye mediante el sonido del jazz, el olor a incienso y el sabor a café recién molido."

Portas e móveis foram feitos de madeira reaproveitada da obra.
Vi este projeto AQUI em primeiro lugar.

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