Quedas: O problema pode não ser só o ambiente.

Imagem
Uma queda costuma durar segundos. Às vezes, basta um tropeço. Em outras, um piso escorregadio, uma calçada irregular ou uma iluminação insuficiente mudam completamente a rotina de uma pessoa. Depois da queda, podem surgir a cirurgia, a fisioterapia e, muitas vezes, um medo silencioso que acaba por limitar a vida mais do que a própria fratura. Durante muito tempo, nos acostumamos a ouvir que cair faz parte da idade. Mas pesquisas mais recentes nos mostram outra realidade. A maioria das quedas pode ser evitada quando entendemos que elas são resultado da combinação entre as condições de saúde da pessoa e o ambiente onde ela vive. Nos primeiros quatro meses de 2025, cerca de 62 mil brasileiros com 60 anos ou mais foram internados em decorrência de quedas. Em 2024, o país registrou mais de 344 mil atendimentos e hospitalizações relacionados a esse problema e mais de 13 mil mortes. Os números impressionam, o  medo de cair (ptofobia) é, de fato, uma das variáveis psicológicas mais estudad...

Desenhar a figura humana - aprimorando a expressão gráfica

Dominar a expressão gráfica é uma das habilidades inerentes ao afazer arquitetônico. Não é necessário que se seja um artista mega talentoso, mas sim, é necessário e desejável que um profissional de Arquitetura saiba se expressar desenhando.  

E além da representação das formas e volumes que projetamos, é importante termos sempre em mente que estes espaços tem um usuário principal: seres humanos. Nossos edifícios e cidades não são feitos para ficarem vazios. E nessa relação de estudo e planejamento é super importante levar em consideração o que chamamos de escala humana. A escala humana é uma medida de referência relativa, utilizada nas artes e na arquitetura e baseada no corpo humano." (Wikipédia). E é por isso que fiquei super faceira quando a Editora GG Brasil me ofereceu a oportunidade de ler este livro sobre como desenhar a figura humana. Ele mostra de maneira muito didática e divertida como representar das mais diferentes maneiras o ser humano e suas variadas maneiras de se posicionar e estar no mundo. E creiam, isso é super importante nos momentos de projeto, saber representar como uma pessoa vai usar aquele espaço, seja pequeno, de interior, seja grande, como em uma cidade.
Desde os riscos iniciais que devem ser dados sem maiores pretensões, fazendo do desenho sempre uma expressão divertida até as mais variadas maneiras de representação.

Gostei particularmente da dica de usar formas geométricas como que "encaixotando" pessoas. Confesso que nunca tinha pensado nisso!

 O livro é um luxo, com capa dura e fácil de manusear. Uma leitura divertida e um companheiro de experiências em desenhos. Recomendo a leitura com um bloco de desenho e bons lápis porque a vontade de começar a treinar é imediata.

Seus capítulos abordam vários temas : 

Sumário

Do primeiro traço ao desenho completo
1. Miniaturas
2. Contornos
3. Seguir adiante
4. Juntar as partes
5. Construção
6. Medidas
7. Caixas geométricas
8. Inclinações e alongamentos
9. Curvas
10. Enfaixe
11. Expressões faciais
12. Improviso

Glossário 



Ficou curioso? Saiba mais no link abaixo

Desenhar a figura humana - Um livro de Peter Boerboom, Tim Proetel - A representação do ser humano é praticamente tão antiga quanto a própria história da arte. Esboçar uma figura humana significa capturar sua materialidade e também expressar visualmente sua motricidade, seus gestos e suas emoções como que em um pensamento fugaz. Neste livro, Peter Boerboom e Tim Proetel mostram que colocar tudo isso em uma folha de papel é uma habilidade que pode ser treinada e aperfeiçoada. Os autores apresentam uma série de métodos lúdicos e analíticos que são um convite tanto a iniciantes como a profissionais para descobrir e praticar a representação da figura humana em todas as suas vertentes.

Gostou? Compartilhe em suas redes sociais 
Nos siga também nos outros canais


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Memórias da casa da infância são marcas que nunca saem

Calungas, a representação da escala nos desenhos