MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Desenhe primeiro, pense depois

Desenhar. Um hábito que toda criança em geral exercita e que muitos adultos morrem de medo de tentar. Parece mentira, mas é verdade. Não sei em que ponto da vida perdemos a espontaneidade de expressar graficamente o que vemos e sentimos. Mesmo os estudantes de arquitetura passam por este receio. Já recebi vários emails perguntando se é realmente preciso saber desenhar para exercer a Arquitetura. E costumo responder que sim, o desenho é ferramenta essencial do arquiteto.

E se eu falasse para vocês que desenho sim se aprende. E com prática? E se falasse de um livro com dicas para que se comece a desenhar já, independente de ter tempo, habilidade ou as ferramentas que se julga necessárias? É o caso desse livro que estou lendo, o Desenho primeiro e pense depois.


Começa que ele é lindo e o prazer de ter um livro impresso bem diagramado e bem feito já enche os olhos e nos dá vontade de ler. 
E continua que ele tem uma linguagem coloquial e de fácil compreensão. E umas dicas super legais, algumas inusitadas para mim. Uma delas é começar a desenhar usando caneta. Sim! Caneta ao invés de lápis e borracha! E justamente para exercitar a espontaneidade, energia e dinâmica.

Faz todo o sentido! Me lembro de um conselho que recebi de um professor na graduação para perder o medo de riscar. Sabe aqueles traços que a gente faz, timidamente, riscando pedacinho por pedacinho. Esqueça isso, ele me disse. Risque com decisão. O desenhar com caneta exercita justamente esse foco, essa percepção que nasce em nós e que é realmente o que o nosso desenho deve exprimir.   

O livro passa por vários capítulos, mostrando desde o material, com dicas ótimas, até as técnicas de traçados e cores, sempre ressaltando o desenho aqui e agora, aproveitando justamente os períodos de pouco tempo. A mensagem clara é: não espere para depois. Comece agora. Vá exercitando, aproveite seus minutos de olhar perceptivo. Onde estiver. Se prepare, levando seu material de forma organizada. E desenhe. 


O autor mostra vários exemplos que podem ser aproveitados na vida real. Seja nos momentos do dia a dia, seja em viagens, mesmo as mais curtas. Sempre visando que se crie o hábito de desenhar lembrando que é "melhor desenhar 5 minutos todo dia que uma hora uma vez por semana. "

Então, vamos começar?

Quer saber mais sobre o livro? Veja no link abaixo

Desenhe primeiro, pense depois - Comece a desenhar mesmo que você não tenha tempo, habilidade nem ferramentas

Mike Yoshiaki Daikubara


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