Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Saiba como o Google vai aprimorar acessibilidade aos cadeirantes nas cidades

Li um artigo bem interessante sobre uma nova funcionalidade que o Google está testando em algumas cidades, mas que pretende lançar em âmbito mais geral, que é o mapeamento de locais acessíveis para cadeiras de rodas.
Carlos Martinez, via Flickr.CC

Já falei sobre como a questão das calçadas urbanas deveria ser responsabilidade de todos e em como a inclusão demanda uma série de soluções. E em como é necessário pensar com sensibilidade sobre a acessibilidade.

Nesse sentido vejo como uma alternativa muito positiva que a inteligência artificial com suas imensas possibilidades possa ser usada para facilitar a vida dos pedestres e de quem se desloca por vários meios, mormente os que dependem de cadeiras de rodas, bengalas, empurram carrinhos de bebês, tem dificuldade de locomoção. 

Estamos bastante acostumados a usar o Google Maps e suas rotas que facilitam nossos meios de chegar ao destino. Pensando nos casos citados acima, o Google está aprimorando uma maneira de ter uma opção de encaminhamento que seja acessível a cadeira de rodas no Google Maps que vai mostrar rotas mais adequadas, seja por serem mais curtas, com rampas e/ou menos obstáculos para cadeirantes.
Inicialmente o serviço está limitado às cidades de  Londres, Nova York, Tóquio, Cidade do México, Boston e Sydney. Infelizmente ainda não em Android, mas sim nos da Apple e Desktop.

O gif abaixo mostra como se acessa as informações.
Quer saber mais sobre o como vai ser a coleta dos dados e como vai ser operacionalizado? Leia na reportagem original AQUI.

Facilitar a vida e o deslocamento das pessoas sem riscos e com maior conforto é um grande objetivo a ser alcançado.

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