Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...


Oi Elenara, ótimo o seu post. A preocupação com a atividade física está aumentando e a conscientização também, apesar de ainda ter pouca campanha a respeito. Eu adoro as "academias da terceira idade que tem nas praças aqui no Rio" eu mesma muitas vezes me exercitolá enquanto a Sofia brinca no parquinho, anda de patins, de bicleta, etc. Eu sinceramente não sei como é a situação nos bairros periféricos do Rio, mas na Zona Sul tem muita opção de praças com esses equipamentos.
ResponderExcluirbeijos
Chris
http://inventandocomamamae.blogspot.com
Obrigada Chris!
ResponderExcluirAqui também os equipamentos urbanos tem sido inaugurados, mas quase sempre nas zonas mais centrais. O que já é muito bom, mas torço para que essa oferta aumente nos bairros mais periféricos e consigam atender a maioria da população.
Adorei o comentário.
Beijos
Elenara