Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?
Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão. Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...


Oi Elenara, ótimo o seu post. A preocupação com a atividade física está aumentando e a conscientização também, apesar de ainda ter pouca campanha a respeito. Eu adoro as "academias da terceira idade que tem nas praças aqui no Rio" eu mesma muitas vezes me exercitolá enquanto a Sofia brinca no parquinho, anda de patins, de bicleta, etc. Eu sinceramente não sei como é a situação nos bairros periféricos do Rio, mas na Zona Sul tem muita opção de praças com esses equipamentos.
ResponderExcluirbeijos
Chris
http://inventandocomamamae.blogspot.com
Obrigada Chris!
ResponderExcluirAqui também os equipamentos urbanos tem sido inaugurados, mas quase sempre nas zonas mais centrais. O que já é muito bom, mas torço para que essa oferta aumente nos bairros mais periféricos e consigam atender a maioria da população.
Adorei o comentário.
Beijos
Elenara