MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Arquitetura comprometida e solidária - veja exemplos

"Solidariedade e Cooperação são as palavras chaves para ajudar o mundo a ter um futuro melhor. No nosso Post de hoje contamos a história de 10 pessoas que estão ajudando algumas comunidades pelo mundo a ter uma vida um pouco mais digna. Quer conhecer essas histórias? E que tal passar adiante esses exemplos para seus leitores também?"

Um convite imperdível feito pela Ana Camila não é verdade? Eu acredito firmemente na atuação da Arquitetura como ferramenta para impulsionar transformações no mundo. E fui lá conferir a postagem sobre Arquitetura solidária: construindo um mundo melhor e vi projetos maravilhosos! 

Um orfanato para crianças desfavorecidas no Quênia, projeto do Orkistudio
O superadobe, sistema construtivo criado por Nader Khalili, que é super barato e indicado para regiões com abalos sísmicos. 
Um edifício multidisciplinar no Quênia que serve de escola, local para reuniões e recolhe a água da chuva para um poço. Projeto de  Greg Elsner
Escolas móveis na Birmânia. Projeto de Amadeo Benetta e Dan La Rossa
Uma comunidade de mini casas para pessoas sem teto. Um projeto que leva o nome de Quixote Village
Casas de areia na África do Sul (Leia AQUI uma postagem sobre um projeto premiado que utiliza essa tecnologia na África do Sul)
A cooperativa 1 Week 1 Project fez a proposta da reutilização de estádios de futebol da copa no Brasil para habitações populares. Uma ideia por enquanto, mas que pode ser uma saída interessante para espaços subutilizados. Leia AQUI um projeto que foi feito na Africa do Sul de centros de treinamento para jovens do continente.
Uma ponte que é ao mesmo tempo um centro de educação na China. Projeto de Li Xiaodong.
Um convento de bambu, um material versátil e barato. Projeto de Enrique Mora no Equador
Casas de papelão de Shigeru Ban
Um banco para quem não tem teto

Bacana não é verdade? E o mais bacana é que são apenas alguns exemplos de uma atuação de solidariedade e comprometimento dos arquitetos com problemas sociais e com um mundo mais sustentável e voltado às necessidades humanas. Vai lá ver a matéria inteira no Habitissimo

Quer mais exemplos? Veja AQUI
 

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