Café Alta Política- Metamorfose da Vida

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No Café Alta Política, no dia 14 de agosto de 2026, tive a oportunidade de representar o Coletivo Metamorfose da Vida e falar sobre envelhecimento, autonomia e o papel que cada pessoa pode assumir na construção da própria longevidade. O Café Alta Política é organizado por Julio Pujol e Giselle Hubbe. Um encontro no belo café do Margs em Porto Alegre. Este foi o 60º e teve como tema Leituras do Envelhecer. Junto comigo para um bate papo, o ex-vereador e Secretário Adjunto de Inclusão e Des. Humano de Porto Alegre e Vinicius Kaster, Secretário Adjunto de Esportes de Porto Alegre. Falei sobre minha formação como arquiteta, mestre em Engenharia de Produção e integrante do coletivo Metamorfose da Vida, e como uma experiência mudou minha maneira de olhar para a vida e para a arquitetura: durante cerca de 20 anos, acompanhei o envelhecimento e o adoecimento dos meus pais. E aprendi como a sala de espera de uma UTI pode ser uma espécie de pós-graduação sobre a condição humana. A partir dessa ...

Arquitetando ideias para o Halloween



Terminando outubro e já arquitetando maneiras de exorcizar os fantasmas naquela festa que tem tradição celta, passou ao novo mundo como foi chamado a América, mais especificamente aos Estados Unidos da América do Norte. Não esquecendo que o México também tem uma tradição grande na sua festa dos mortos.
O Halloween traz em si uma interessante maneira de brincar com algo que nos aterroriza: a finitude. A morte e tudo o que tem de mistérios e temores. Também a vida no que tem de mágica e celebração de mistérios. Lembrando que não somos unitários. Nem santos nem pecadores, todos temos em nós nossos monstros que tanto podem nos paralisar nos temores que trazem, como podem nos impulsionar no enfrentamento.
Um dia dedicado então aos mistérios que cada pessoa traz em si. E usando de simbolismos que, brincando, nos remetem aos seus valores originais: entre eles serpentes, símbolos tanto das pestilenciais sibilinas, mas também símbolo da renovação e ressureição. A caveira que mostra o fim de todos nós. Os fantasmas, tanto os internos como os que representam os espíritos dos que se foram. A abóbora que segundo li rapidamente vem de uma lenda celta da festa de Samhain. Na Irlanda usavam nabos acesos para relembrar um cara que teria morrido e era tão coisa ruim que foi barrado no céu e no inferno e passa a eternidade com os tais nabos acesos para iluminar sua alma. Na América as abóboras eram mais abundantes e por isso as usamos hoje nas festinhas do dia das bruxas.
Então seguem algumas ideias de como brincar com tudo aquilo que esteja muito sombrio na vida. O humor é arma de resistência, e das mais poderosas. Que nunca esqueçamos disso.
Das mais sofisticadas e assustadoras às mais fofas, algumas bem prosaicas, o que vale é lembrar que humanos somos, nascemos para sobreviver sim, mas também para pensar e refletir sobre a vida. Que haja sempre espaço para brincadeiras e poesias.


















Fonte das fotos: Halloween

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