Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...












GENTE, PELO AMOR DE DEUS!!! Como querer camuflar uma casa com vidros espelhados que refletem o exterior, ou seja, que vai dar às aves a impressão de que o meio ambiente continua. Como uma ave vai ver que há uma barreira física ali. É um verdadeiro assassinato. Uma insanidade. Terão que criar barreiras visuais para essas aves em toda a casa (de 5 em 5 cm), em todo o lugar que estão usando vidros (transparentes ou reflexivos/espelhados). Triste ver que o humano se presta a criar tal artefato sem pensar nas outras formas de
ResponderExcluirvida.
Patrícia, é verdade. Várias de nossas intervenções na natureza acabam por prejudicar e até matar outras formas de vida. A comida é um exemplo. Prédios muito altos, outro. Há que se ter bom senso para estudar o meio ambiente e propor alternativas que minimizem os danos. Mas há que se lembrar que a própria natureza é feita de "assassinatos" e agressões entre espécies. Abraços e super obrigada pelo comentário tão sensível.
Excluir