MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Baterias velhas de smartphones iluminam residências rurais

Iluminar habitações e zonas carentes é um grande desafio. A energia solar é uma solução, mas sempre esbarra em custos. E se houver uma solução que una economia e reaproveitamento de algo que é descartado?

Pois existe. Sabem como? Com as baterias de ion de lítio de smartphones velhos.

Os smartphones são praticamente objetos de uso indispensável em nossas modernas sociedades. E tem uma vida útil bastante curta, cerca de três anos, antes que fiquem obsoletos. Mas suas baterias tem uma capacidade maior: cinco anos. Foi pensando nesses dois anos de energia posta fora que pesquisadores desenvolveram um modelo de reaproveitamento para gerar luz para casas rurais que tornou o uso de geradores solares muito econômico.  
O protótipo do sistema consiste de um painel solar e lâmpada LED 12V ligado a uma bateria contendo três Samsung Galaxy Note 2 baterias.
CRÉDITO: Diouf / Kyung Hee University

Show de bola! Como funciona isso? O pesquisador Boucar Diouf, da Universidade Coreana de Kyung Hee junto com a sua equipe teve a ideia desse programa de reaproveitamento que além de ser mais barato, ainda gera empregos. 

Segundo o artigo que li, "uma bateria de celular padrão, que tem capacidade de 1.000 miliamperes-hora, pode alimentar uma lâmpada de LED de 1 watt durante cerca de três horas, ou uma lâmpada de 0,5 watt - brilhante o suficiente para que alguém leia ou escreva - por cerca de seis horas. Quando ligado a um pequeno painel solar, esse sistema pode durar cerca de três anos sem qualquer manutenção."

Ele é feito em cinco etapas:
  1. recolhimento das baterias usadas
  2. teste e seleção
  3. montagem do sistema
  4. comercialização e instalação. 
O objetivo é que comece a ser implantados projetos pilotos no ano que vem na Africa.

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