Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Museu usa energia da terra para conforto interno

Esse projeto de museu me lembrou um outro projeto de um observatório de pássaros sobre o qual escrevi um tempo atrás aqui no blog. Foi o que me levou em um primeiro momento a dedicar uma atençao maior a ele.

Mas observando o projeto com mais detalhes fui me apaixonando, não apenas pela forma. Me agrada esse volume que se eleva sobre a estrada. Me agrada um balanço desse tamanho todo que é ao mesmo tempo forte e leve. Essa ambiguidade entre forma e estrutura me encanta na arquitetura. Mas esse museu é mais que isso. Bem mais.

O museu Liaunig, em Neuhaus, Áustria, que reúne uma vasta coleçao de arte contemporânea e objetos africanos, de um coleciobador particular foi projetada pelo escritório vienense Querkraft pensando sobretudo na eficiência energética. 


E como ele faz isso? Usando uma bomba de calor geotérmica que usa a temperatura do solo para gerar conforto interno.

O partido leva em conta o terreno e implanta o prédio de maneira que ele pareça simples, mas robusto. Ele se encrava no terreno e usa a colina como se o edificio pousasse nele com elegância.

Uma das funções simbólicas de um museu é retratar uma parte da história e essa atemporalidade é conseguida pelo jogo de luzes e túneis que conduzem o usuário por um acervo impactante.  

Fontes:  
Estudantes de arquitetura
Archdaily

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