MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Aproveitando resíduos - PFC



Um dos materiais que me chamou a atenção na Expoacabamento foi esse que é feito de resíduos de 
material plástico e casca de arroz. Já foi usado no Acampamento Farroupilha aqui em Porto Alegre, onde uma casa foi montada com ele. 

Pelo que pude perceber, ele é muito versátil, pode até servir como estrutura para telhados, pisos, revestimento. Pode-se fazer mesas, bancos. E em várias cores. Segundo o que pesquisei na web, "é o PFC (Polipropileno / Etileno Fibroso Composto) e é uma liga composta por 60% de plástico reciclado e 40% de fibras vegetais, especialmente casca de arroz."

 É um belo exemplo de reciclagem de sacolas plásticas, um problema no descarte que pode ser uma solução para várias utilidades, inclusive como placas de sinalização.


Fontes :
Portal abes-rs 
Nobre Fibra - contato plasticonovo@hotmail.com

Comentários

  1. Elenara,

    e o Ézio, nosso amigo e colaborador da Autômatus, depois do impermeabilizante a base de descarte de pneu, encontrou solução (até agora inédita) para reaproveitamento de aparas e descartes de EVA, e já desenvolveu formulação para produção de produtos para nossa área, com excelente performance como isolante acústico, e tratamento de pisos, tornando-os antiderrapantes (além de isolante acústico), o que creio terá vasta aplicação na área de segurança, principalmente em locais com tráfego frequente de idosos e crianças, pois este novo material pode ser aplicado em camadas de maior espessura, oferecendo gradações mais ou menos macias, prevenindo assim as fraturas por queda.

    Bacana, não é? Seguindo a máxima do próprio Ézio: "Dar novos usos para velhas coisas", ao invés de calçar a sandália havaiana, espalhamos a dita pelo chão!

    Abraço,

    Oscar Müller

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