Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Aproveitando resíduos - PFC



Um dos materiais que me chamou a atenção na Expoacabamento foi esse que é feito de resíduos de 
material plástico e casca de arroz. Já foi usado no Acampamento Farroupilha aqui em Porto Alegre, onde uma casa foi montada com ele. 

Pelo que pude perceber, ele é muito versátil, pode até servir como estrutura para telhados, pisos, revestimento. Pode-se fazer mesas, bancos. E em várias cores. Segundo o que pesquisei na web, "é o PFC (Polipropileno / Etileno Fibroso Composto) e é uma liga composta por 60% de plástico reciclado e 40% de fibras vegetais, especialmente casca de arroz."

 É um belo exemplo de reciclagem de sacolas plásticas, um problema no descarte que pode ser uma solução para várias utilidades, inclusive como placas de sinalização.


Fontes :
Portal abes-rs 
Nobre Fibra - contato plasticonovo@hotmail.com

Comentários

  1. Elenara,

    e o Ézio, nosso amigo e colaborador da Autômatus, depois do impermeabilizante a base de descarte de pneu, encontrou solução (até agora inédita) para reaproveitamento de aparas e descartes de EVA, e já desenvolveu formulação para produção de produtos para nossa área, com excelente performance como isolante acústico, e tratamento de pisos, tornando-os antiderrapantes (além de isolante acústico), o que creio terá vasta aplicação na área de segurança, principalmente em locais com tráfego frequente de idosos e crianças, pois este novo material pode ser aplicado em camadas de maior espessura, oferecendo gradações mais ou menos macias, prevenindo assim as fraturas por queda.

    Bacana, não é? Seguindo a máxima do próprio Ézio: "Dar novos usos para velhas coisas", ao invés de calçar a sandália havaiana, espalhamos a dita pelo chão!

    Abraço,

    Oscar Müller

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