Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

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Elenara,
ResponderExcluirQue maravilha de post, muito bom, de uma clareza q profundidade, disse tanto de forma concisa,
Parabéns
Arnobio Rocha
Elenara,
ResponderExcluirnão li o livro, mas sua observação final matou a pau!
Nada mais esperável que também as mulheres, hoje tão ou mais cheias de reponsabilidades e obrigações do que os homens, sonhem com a agora antiquada entrega submissa, que não se engane, também permeia o imaginário masculino...
Mesmo que só para desopilar, seus posts são primorosos!
Oscar Müller
Obrigada Arnóbio e Oscar,
ResponderExcluirAplausos dos amigos sempre são um incentivo. Ainda quando se escreve sem pretensão de conteúdo. Valeu. Abração
Muito, muito bom.
ResponderExcluirValeu o desenho do que você pensa e a cor...
E você pode acrescentar no comentário, indicações de livro. como faz a Márcia...
Uma amiga que mora na Europa me falou maravilhas a respeito do livro, que ja estava no segundo volume, devorando a cada folha. Comprei assim que os primeiros exemplares desembarcaram aqui em SP. Resumo: nao consegui passar da metade do primeiro volume.
ResponderExcluirAssim como tu, li Julia e Sabrina desde que lancaram os primeiros, bem inocentinhos ate os mais apimentados. Portanto, 50 Tons me pareceu aqueles velhos romances repaginados.
Alem do mais nao gostei da quantidade de mencao a marcas famosas como Audi, Blackberry, etc.
Me surpreendeu muito 50 Tons de Cinza cair no gosto da mulher brasileira que a meu ver e bem a frente da heroina do livro.
Rejanegaucha@twitter
Amiga querida (aqui Tereza)
ResponderExcluirNenhum interesse no livro, mas o teu comentário....noooosssa é esclarecedor e parece de uma profi dos assuntos literários. Parabéns! Quem sabe numa dessas até dá prá ler o dito cujo. bjs