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Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

O mundo vai acabar? Vamos fazer um mundo novo

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Uma das maneiras de mudar o mundo pode ser rápida, divertida e não custar muito dinheiro. Achou complicado? Pois não é não.   Veja o que diz esse arquiteto e urbanista brasileiro, o Edgard Gouveia Júnior que é diretor executivo da ONG Instituto Elos e faz um trabalho lindo para mudar o mundo. E faz isso com um trabalho em equipe e ações focadas na realidade próxima, usando a mobilização via internet e redes sociais. Segundo ele, os jovens tem algumas caracteristicas que devem ser respeitadas e aproveitadas: Aproveitam os horários livres para trabalhos de curto prazo (VELOCIDADE) Encontram soluções grátis ou quase isso (GRATUIDADE) Diversão em grupo (DIVERSÃO) E foi pensando assim que se criaram vários grupos no que ele chama de microrevoluções. E vai lançar o PLAY THE CALL , uma imensa gingana on-line onde se vai poder reunir gente e realizar várias missões que podem ir desde plantar uma árvore, reformar uma praça, limpar rios. Ou seja, se reúnem as pessoas via virtu...

Playroom cinza

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Quando eu tinha uns 18, 20 anos gostava de ler esses romances de mulherzinha tipo jovem bonita e cheia de personalidade, porém inexperiente encontra homem fascinante, muito rico, muito perigoso, muito lindo e passam o livro em clima de paixão. Umas em clima de mais romance, outras com descrições mais picantes, mas hoje tão ingênuas quanto eram as pornochanchadas dos anos 70.   Leitura boa para desopilar a cabeça. Pois bem, foi essa a sensação que tive lendo 50 tons de cinza, o best seller do momento. Em geral não é o tipo de romance que me seduz, mas as facilidades da tecnologia acabam facilitando a leitura dos líderes de venda. Eu ouvi que era vendido como um soft pornô, ou seja lá o que isso signifique. E que vendeu MUITO desde o seu lançamento. E MUITO é muito mesmo, tanto que enriqueceu sua autora E.L. James quase que da noite para o dia. Mérito dela que descobriu (ou redescobriu) uma fórmula que vem vendendo por décadas. Na verdade o livro me pareceu uma dessas noveli...