A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós

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Como arquiteta, tenho uma certa implicância com a ideia de que minha profissão seja apontada como algo que começa, e as vezes termina, essencialmente na estética. Talvez porque, depois de tantos anos de prática, trabalhando com espaços internos e externos, e as pessoas que ali vivem e circulam, tenha ficado cada vez mais evidente para mim que uma porta, uma escada, uma calçada ou uma janela podem interferir muito mais na vida de alguém do que aquilo que aparece nas fotografias dos projetos. Quando falamos de envelhecimento, isso fica ainda mais evidente. A realidade nos mostra que o Brasil está envelhecendo rapidamente. Aquela pirâmide etária que aprendemos a desenhar nos livros de geografia já não representa o país que temos. E ainda estamos tentando entender o que isso significa para as nossas casas, para as nossas cidades e para o sistema de saúde. Eu costumo pensar que há uma pergunta simples por trás de tudo isso: onde queremos envelhecer? A resposta da maioria das p...

Parceria - chave do sucesso

Eu sempre costumo dizer que a chave de uma boa obra é a relação harmoniosa entre projetista - cliente - mão de obra e .... fornecedores. Vejam esse estudo que fala sobre isso.
A construção civil é um ambiente todo delicado. O projetista trabalha com sonhos e vende um artigo que vai ser realidade no futuro. A mão de obra é tida e havida como  não qualificada, embora um bom mestre de obras leve muitos anos para se formar. Os fornecedores gastam fortunas em marketing e muitos se esquecem do fundamental: o pós venda. E o cliente sofre o estresse de ter uma expectativa, passar por um período de gastos (muitos gastos) até chegar a receber pelo que pagou.
E por isso para nós profissionais, a formação de parcerias, boas parcerias, é uma das chaves do sucesso. Contar com uma mão de obra que te deixa na mão, seja por abandonar uma obra ou não comparecer na hora marcada, é uma das piores coisas que pode nos acontecer. Não podemos ficar na obra o tempo todo. Damos as ordens e confiamos que sejam realizadas. Fiscalizamos é obvio, mas precisamos contar com a palavra e ética das pessoas com quem trabalhamos. Sejam pedreiros, eletricistas ou lojas de materiais de construção. E aí reside a diferença nos orçamentos. Aquele mestre que parecia caro no inicio, mas que não faz retrabalhos, é assíduo e responsável acaba custando mais barato que o outro, que cobrou tão menos, mas abandonou a obra ao sentir que teria que refazer o que não fez certo.
O marceneiro que cobrou um x a mais talvez seja relembrado uns anos depois quando seus móveis estão ainda perfeitos, ao invés de cheios de defeitos.

Então, na Construção Civil, lembre-se dessa máxima: confiança é uma das chaves do sucesso.

Comentários

  1. Gostei muito de sua informação, estou Linkando sua página já tem uns dois meses, o que eu puder empurrar de tráfego aqui eu farei, você é muito inteligente e gosto de suas matérias e no meu blog deixo uma caminho constante para que outros possam conhecer o seu maravilhoso trabalho.

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  2. Obrigada! É um incentivo ler palavras como essas, volte sempre! Abraços

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