Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

Imagem
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Cores para alegrar a vida

Outonamente vivendo, espremida entre uma sexta sonolenta e um domingo que se espreita. Sábado de outono.

Viver pede o quê? Lembrando de todos os que vi partindo, lembrando das despedidas, lembro sempre da frase: Viveu bastante e bem para os que assim o tinham feito. Nem teve tempo de viver para quem partiu muito cedo. E um leve olhar de pena para quem não aproveitou a chance. 

Sim, viver pede paixão. Não importa pelo quê. (e nem importa se o quê em questão leva acento ou não). Vida verdadeira é mais literatura e menos revisão gramatical. 

Todo esse prólogo é para introduzir o assunto de hoje. Cores. Muitas cores. Mil cores em sua vida. E em sua casa. 

Paredes cheias de memórias, de arte, de quadros e coisas. Coisas mil em casa. Hoje é dia de antagonismo aos minimalistas

Guardar, acumular, mostrar. Uma eterna convivência perigosa e fascinante. Ter e guardar para si revela um certo egoísmo (tudo bem, me critiquem, penso isso). Acumular e mostrar revela um desejo de perpetuar (sim, sou acumuladora, meu olhar sobre isso é ameno).

Se assim não fosse, porque a vontade de compartilhar nas redes? Nossas histórias, a experiência que acumulamos. As alegrias e até as dores que sentimos? De que vale a vida se não for troca?

Gente, muita filosofia para apresentar ambientes coloridos. Tudo bem, é porque e sempre eles me passam Vida!

Fonte

Fonte

Fonte

Fonte

fonte

Fonte

Fonte

fonte

Fonte
Fonte
Para muitos talvez nem sejam assim tão coloridos os ambientes. Pois é justamente para ver que a cor pode ser do jeito que a gente gosta e que tem cor para todos os gostos.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Calungas, a representação da escala nos desenhos

Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto