Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Banco em madeira com assento em vidro moldado


Acho fascinante o processo de transformação do vidro, a matéria que passa pelo fogo, assume formas, vai se moldando até atingir o ponto exato que a mente criativa concebeu. Por isso quando vi este vídeo de um Workshop da Escola de Design da WantedDesign, em 2016, no Brooklyn, Nova York, do que o designer Maxime-Louis -Courcier chamou de "brincadeira" fiquei encantada.




Ele e sua equipe trabalham com dois materiais de diferentes forças. Um volátil, fluído e difícil de moldar, o vidro. Outro mais duro, rígido, porém mais fácil de trabalhar. O que resulta dessa união? É o que vemos nos bancos em tudo inquietantes.

Objetos utilitários? Talvez nem tanto. Belos? Sem dúvida. Instigantes, com certeza!





Veja aqui uma postagem sobre vidro líquido e suas aplicações.


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