8 Tiny cabanas para inspirar sua alma

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Na esteira das mudanças de anseios pelas quais passa a humanidade, vemos o incremento das chamadas " tiny houses ". Tiny vem do inglês muito pequeno, e assim foram batizaram casas ou cabanas com pouquíssimo espaço e muito aproveitamento. Seja para casas de veraneio, espaço de trabalho ou mesmo para residir, a experiência de viver apenas com o indispensável, parece ser das tendências mais interessantes dos tempos atuais. Até porque contrapõem de maneira bastante enfática toda uma sociedade de excessos em consumo e usos. Separei aqui 8 exemplos de tiny cabanas que são altamente inspiradoras para alimentar essa ideia de forma prática. Muitas delas são vendidas como forma pré-fabricada.  A primeira delas é  aVOID . Com 8 metros quadrados, o jovem arquiteto Leonardo di Chiara projetou uma pequena casa, inspirada em barcos de sua infância.   Pode ser acoplada a um trailer e, por meio de dobragens consegue múltiplas possibilidades de uso. E ainda conta com um mirante/janela na parte

Dicionário da Arquitetura Brasileira de Corona e Lemos

Em um ano em que participei de várias iniciativas relacionadas à edição de livros, uma delas me deixa particularmente honrada: ser uma das apoiadoras da reedição do Dicionário da Arquitetura Brasileira que foi lançado inicialmente em 1973 (um depois de ter entrado para a Faculdade de Arquitetura). A obra pioneira na área, de autoria de Carlos Lemos e Eduardo Corona, foi resgatada pela Romano Guerra Editora em uma campanha de crowdfunding*. 

São 512 páginas com os mais variados verbetes sobre a Arquitetura Brasileira. Entre eles termos regionais e do dia a dia de quem milita a profissão.

Nele podemos saber que pé-de-moleque, além do doce, é também um calçamento de rua, geralmente de seixos rolados. E que torçado é a verga da porta. E ainda que o zimbório é a parte mais alta e exterior da cúpula de um edifício.   

Mas não é apenas de curiosidades que é feito um dicionário. Mesmo em épocas de pesquisa digital, é importante ter um local onde procurar os termos usados, sejam regionais, sejam nacionais. E aprender também com eles sobre a história da nossa arquitetura e do afazer construtivo. Assim como nomes de materiais utilizados, especialmente as variadas espécies de madeira da nossa flora.

O prefácio é delicioso de ler e cita as retificações feitas pelos autores, com várias colaborações. A mais famosa é sobre a origem do nome cobogó, objeto tão usado em nossa cultura arquitetônica modernista (e mesmo a mais recente). E consta desta edição, a carta de Geraldo Gomes da Silva à Carlos Lemos com a correta definição e origem.

Sabemos a utilidade de um dicionário: ser um valioso ajudante de pequisa com credibilidade. Já sei que o meu vai me acompanhar ao lado da mesa de trabalho e vai me render boas descobertas! 

CRÉDITOS DA CAMPANHA: Silvana Romano Santos e Abilio Guerra / Romano Guerra Editora
André Scarpa, Helena Guerra e Caio Guerra / produtores da campanha
Irmãos Guerra Filmes / vídeos e animações

Dicionário da Arquitetura Brasileira - Corona & Lemos - Encontra AQUI 

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