Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Edifício biomórfico sustentável lembra montanha

Sou uma apaixonada pelo passado e desde pequena me pego pesquisando sobre a vida das pessoas e onde viviam. Quando vi essa proposta que foi enviada para um concurso a ser construído em Ereván, na Armênia, lembrei das inúmeras construções em forma de pirâmides do mundo antigo. Podem não ter nada a ver, mas também posso voar na imaginação e pensar que os antigos se inspiravam na natureza para criar seus templos, túmulos e locais de encontro e convivência.

biomórfico
adjetivo
  1. 1.
    que tem a forma, estrutura ou aspecto de um organismo vivo.
  2. 2.
    semelhante a, ou que lembra ou sugere formas orgânicas vivas.


A proposta do edifício montanha LACE Hill é do escritório americano Forrest Fulton Architecture e além da integração com o entorno, em que o prédio se mescla e se confunde com a paisagem, e o uso de grandes espaços com ventilação natural, o projeto prevê tratamento de águas cinzas, aquecimento e refrigeração por bombas geotérmicas, recobrimento da fachada com vegetação local. 

O resultado é completamente diverso das propostas usuais de grandes prédios (85.000 m2) envidraçados e com formas mais usualmente usadas em grandes empreendimentos que unem habitação e comércio. 





Fonte
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