Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Economia de energia em projeto de estudantes na Africa do Sul

Cresci com um pai que já se preocupava com o desperdício de energia. Desde a década de 60, pelo menos, me lembro de estar atenta a apagar luzes depois de sair dos espaços não usados. O que ele não poderia imaginar é que a moderna tecnologia nos levaria a mais gastos energéticos. E alguns difíceis de perceber já que muitos de nossos aparelhos ficam em stand bye. E gastam.

Eu não sabia que isso tinha um nome: carga fantasma que é "um termo usado para descrever a energia consumida por um dispositivo quando ele não estiver em uso ativo, mas ainda ligado".  

Foi justamente para atacar esse desperdício que uma turma de estudantes de desenho industrial do CPUT na Africa do Sul projetou o Enlighten.


Como ele funciona? 

São peças intercambiáveis que podem ser adaptadas à novos designs, se necessário que tem a capacidade de detectar quando "quando a corrente elétrica que está sendo retirada do dispositivo conectado é inferior a uma certa potência (carga fantasma)". As peças então sinalizam através de uma faixa LED que mostra qual aparelho deve ser desligado.  E permite que isso seja feito com mecanismo fácil de puxar que desconecta a corrente elétrica. 

Achei bem bacana. Procurei mais detalhes mas não achei ainda na web. Creio que seja ainda um produto conceitual, mas não invalida a proposta. Gosto dessas invenções simples que resolvam situações cotidianas. 


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