8 Tiny cabanas para inspirar sua alma

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Na esteira das mudanças de anseios pelas quais passa a humanidade, vemos o incremento das chamadas " tiny houses ". Tiny vem do inglês muito pequeno, e assim foram batizaram casas ou cabanas com pouquíssimo espaço e muito aproveitamento. Seja para casas de veraneio, espaço de trabalho ou mesmo para residir, a experiência de viver apenas com o indispensável, parece ser das tendências mais interessantes dos tempos atuais. Até porque contrapõem de maneira bastante enfática toda uma sociedade de excessos em consumo e usos. Separei aqui 8 exemplos de tiny cabanas que são altamente inspiradoras para alimentar essa ideia de forma prática. Muitas delas são vendidas como forma pré-fabricada.  A primeira delas é  aVOID . Com 8 metros quadrados, o jovem arquiteto Leonardo di Chiara projetou uma pequena casa, inspirada em barcos de sua infância.   Pode ser acoplada a um trailer e, por meio de dobragens consegue múltiplas possibilidades de uso. E ainda conta com um mirante/janela na parte

Hoje quero falar de leveza

Hoje quero falar de leveza.
Preciso falar de leveza.
Estou cansada de violência, de ódios e ressentimentos. A vida é breve e muito vasta. 
Sei que as lutas são importantes, que já urge batalhar por tudo o que se acredita com fé e entusiasmo. 
Mas há dias em que se necessita também um descanso. Um refresco. Um chega pra lá nas coisas ruins. 
Chega.
Hoje quero focar no belo. 
E o belo, no sentido estético da palavra, serve para nos humanizar.
Não o belo costume, não a tendência do que nos dizem que é bonito ou padrão. 
Não.
O belo a que me refiro é o que nos resgata, nos faz tirar o fôlego. Ou simplesmente nos faz suspirar.
Deixem então que imagine as festas de ano bom com flores. Singelas umas. Talvez singelas todas. Ou quase todas. A singeleza me encanta. 
O singelo é elegante. O singelo de verdade fascina.
As formas puras falam da geometria da natureza. Sejam resultado de combinações matemáticas, sejam obras de artistas sensíveis que convencionamos chamar de deuses, não importa. As formas nos formam.
Talvez então nos falem que celebramos a esperança de que o amor possa renascer. Em nós. Em algum lugar. No outro. E nos digam que somos apenas humanos que querem compartilhar descobertas e sentimentos.
Talvez.
Sejamos então o que somos. Com as nossas singularidades. Com as nossas dúvidas. Com tudo o que ainda seremos.
E vamos nos dar um tempo para respirar e festejar. Sem obrigações que não sejam apenas brincar, brindar e ser feliz.


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