Pular para o conteúdo principal

Enroladinhos de berinjela - ARQUITETANDO comidas


Hoje vamos falar de outro tipo de planejamento e beleza: a gastronomia. Tá, não chega a tanto, mas hoje resolvemos fazer um prato light mais elaborado. 

Enroladinhos de berinjela. Que de light ou barato nem tem tanto assim, mas que é MUITO bom. A receita foi baseada em uma que vimos no jornal. E o meu papel foi de fornecer os ingredientes e fotografar.

Então: Pegue umas berinjelas bem gordas. As que eu comprei eram magras e esbeltas, e aprendi que para fazer rolinhos as mais gordinhas são melhores. A receita pedia quatro, nós usamos uma que era para testar. E o número de pessoas e o apetite aqui de casa não são grandes. 
Gratine as berinjelas cortadas ao comprido em uma frigideira. 
Nós usamos uma grelha. Ficou super prático. Não use tempero nenhum nessa etapa. A berinjela é grelhada para não largar água no cozimento.  
 
Amasse 100 gramas de ricota com o garfo, um pote pequeno de cream cheese (usamos requeijão cremoso light)e uma colher de chá de mel

Tempere com tomilho a gosto. Este não tem na horta, tive que comprar no super.
Manjerona ou manjericão a gosto - de preferência fresco. E aí se vê a vantagem da horta no nono andar.
Pimenta, sal. E a gente acrescentou uma pitada de curry. Fez toda a diferença.
Recheie as folhas de berinjela com essa mistura. A receita original pedia ainda tomate seco. Não comprei e ficou sem. E gostamos assim mesmo, ficou bem suave.

Em um pirex untado com azeite de oliva, coloque os enroladinhos de berinjela recheados com a pasta acima um ao lado do outro.

Leve ao forno quente a 180 graus por 10 a 15 minutos.
Para o molho use iogurte natural - usamos este feito em casa, misturado com mostarda AMARELA. Friso aqui porque eu nem notava a diferença, para mim todas as mostardas eram amarelas, mas descobri que não...

Tira o prato do forno e coloca o molho sobre os enroladinhos.
Faz uma pausa para dar ração para a gata que está se enrolando aos seus pés e miando de fome.
Depois de matar a fome da gata, sirva os rolinhos com uma boa salada de verdes e couve flor comprada fresca na feira do bairro. Complemente com arroz com cúrcuma. E seja feliz! Sem remorsos

Culinária: Lourdes Bortolozo
Fotos : Elenara Stein Leitão

Comentários

  1. Parece delicioso, estou louca pra fazer, com variações de recheios..rs...
    Elenara, não precisou "tirar o amargo" da berinjela? Estou curiosa se o processo de gratinar fez a diferença. Abraços

    ResponderExcluir
  2. Nunca senti o amargo na berinjela....e olha que faço muitas receitas com ela. O gratinar fez a diferença para enxugar a berinjela e deixá-la mais seca.
    Abraços

    ResponderExcluir
  3. Oi Elenara, adorei a receita. Já estou com vontade de fazer. Depois te conto como ficou.
    beijos
    Chris
    http://inventandocomamamae.blogspot.com

    ResponderExcluir
  4. Uau Chris, que legal, tomara que gostes como nós! Obrigada pelo comentário, beijos

    ResponderExcluir
  5. Olá, querida Chris
    Muito boa a sua receita!!! Agradeço a partilha e nunca a fiz assim... vou experimentar!!!
    Bjm fraternal

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Sua opinião é super importante para nós ! Não nos responsabilizamos pelas opiniões emitidas nos comentários. Links comerciais serão automaticamente excluídos

Postagens mais visitadas deste blog

Slim Fit, uma micro casa que tem muito espaço

  Uma micro casa vertical de 50m², vencedora do Design Awards 2018 na cateHabitat, chamada de SLIM FIT House pela arquiteta portuguesa radicada na Holanda, Ana Rocha , é uma proposta de moradia permanente para pessoas que moram sós nas grandes cidades. Segundo o site da arquiteta, a micro-residência, que ocupa menos que duas vagas de estacionamento, tem como conceito ser projetada " para o grupo crescente de solteiros que preferem a localização ao invés do tamanho, e que desejam viver de forma compacta, mas confortável, durável, cheia de identidade e, acima de tudo, centralmente em contextos urbanos." A casa vertical joga bem com a equação sensação de espaço e economia de metragem. Setoriza área de alimentação, refeições e despensa no térreo. Uma escada, sutilmente mesclada a um armário estante faz a ligação aos outros andares. No segundo, um estar e dormitório e banheiro no terceiro.     Fotos: Christiane Wirth Nos siga também nas redes sociais Twitter   Flipboard   Faceboo

Transformando um problema em solução - impressão 3D

Uma cabana feita com impressão 3D usando concreto e uma madeira que era imprestável, porque destruída por um inseto invasor, é o projeto realizado pelos professores de arquitetura, Leslie Lok e Sasa Zivkovic, da Cornell University. O Emerald Ash Borer é um besouro que ataca bilhões de freixos em todos os Estados Unidos e as inutiliza para o uso comercial. fazendo com que as árvores infestadas sejam queimadas ou simplesmente largadas como refugo. Foi pensando neste problema que os pesquisadores da HANNAH chegaram a essa solução de aproveitamento da madeira para construção. Para tanto construíram uma plataforma robótica para processar essa madeira que seria descartada. Como isso foi feito? Usando um braço robótico que antes construía carros e foi adaptado para dar forma à madeira, aliado a um sistema de impressão 3D que usa uma quantidade mínima necessária de concreto. O resultado? Fotos: HANNAH / Andy Chen / Reuben Chen Nos siga também nas redes sociais Twitter   Flipboard   Facebook  

John Lautner - um arquiteto que aliou beleza à funcionalidade

Walstrom House Gosto de pesquisar casas com um toque de aconchego e que possam servir de inspiração para futuras residências compartilhadas com amigos , e esta imagem me chamou a atenção no  pinterest . Pensamos em algo no estilo Tiny Houses , mas não descartamos ideias incríveis como as desta casa. Olhando o interior, me apaixonei e fui em busca de mais informações sobre ela e seu autor. Foi assim que descobri John Lautner .   Walstrom House - foto de Jon Buono Esta casa de madeira, batizada de Walstrom House, foi construída em 1969, em Santa Monica, na Califórnia. Seu arquiteto foi  John Lautner , um dos primeiros aprendizes de Frank Lloyd Wright, no primeiro grupo de Taliesin Fellows. Nascido em 1911, e sendo sua mãe, Catheleen Gallagher, desenhista de interiores e talentosa pintora, a teve como influência na sua opção pela arquitetura.  Sua carreira foi marcada por grandes aprendizados. Além do mestre FLW, também manteve parcerias com Samuel Reisbord, Whitney R. Smith e Douglas H

Redes sociais, o aprendizado e as interações perdidas e achadas

Sim que a vida digital trouxe uma série de vantagens em nossas vidas. Posso ser jurássica e em muitos casos, ainda analógica, mas amo uma interação social e profissional virtual. Um dos grandes locais onde conheci vários amigos super queridos, profissionais, que tanto me acrescentaram, foi o grupo de Arquitetura do Yahoo. Lembro até hoje quando li em uma revista de arquitetura sobre ele, me inscrevi e lá estava eu no meio de debates de todas as matizes e locais. Por isso senti profundamente quando os grupos daquela plataforma foram extintos.  Leia também  Nuvem passageira Por sorte, também sou acumuladora em redes virtuais . Meu espaço de email guarda uma série de debates desde 2005. Às vezes volto a eles e constato o quanto tem de assuntos relevantes, inclusive para os dias atuais. Fazendo uma breve reflexão tendo a pensar que, nesses 15 anos de interação virtual e convivência em redes, perdemos muito em profundidade de debates, embora tenhamos crescido em possibilidades. Lógico que f