A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós
Como arquiteta, tenho uma certa implicância com a ideia de que minha profissão seja apontada como algo que começa, e as vezes termina, essencialmente na estética. Talvez porque, depois de tantos anos de prática, trabalhando com espaços internos e externos, e as pessoas que ali vivem e circulam, tenha ficado cada vez mais evidente para mim que uma porta, uma escada, uma calçada ou uma janela podem interferir muito mais na vida de alguém do que aquilo que aparece nas fotografias dos projetos. Quando falamos de envelhecimento, isso fica ainda mais evidente. A realidade nos mostra que o Brasil está envelhecendo rapidamente. Aquela pirâmide etária que aprendemos a desenhar nos livros de geografia já não representa o país que temos. E ainda estamos tentando entender o que isso significa para as nossas casas, para as nossas cidades e para o sistema de saúde. Eu costumo pensar que há uma pergunta simples por trás de tudo isso: onde queremos envelhecer? A resposta da maioria das p...









foi muito legal
ResponderExcluirjá estou com saudades
Eu também Carlinha! Foi maravilhoso estar com vocês nesse ambiente lindo!
ResponderExcluirOi Elenara, o piquenique foi ótimo mesmo. Tudo perfeito: a decoração, as comidinhas, as pessoas, o assunto abordado. Amei!
ResponderExcluirLinkei o seu post lá no meu.
beijos
Chris
Inventando com a Mamãe
Também adorei teu post! Adoro ver como cada um tem uma visão e capta informações que complementam o que a gente viu! Obrigada pelo link, já linquei o teu também para que mais pessoas possam ler e saborear o nosso piquenique!
ResponderExcluirBeijos