Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes. Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida. Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...
Esse vídeo não é tão radical assim.
ResponderExcluirNão acredito que ainda exista um tratamento diferenciado com o sexo feminino no ambiente profissional, mas sim com um funcionário bem qualificado, seja homem ou mulher. O espaço está pronto pra ser conquistado por quem se dedica de verdade. Grandes líderes lidam com essa preparação de forma positiva pra empresa sugando e estimulando ainda mais, enquanto os pequenos enxergam a ameaça e reagem de forma negativa, afundando toda a empresa. Profissionalmente não existe o sexo feminino e masculino, mas pessoas capacitadas ou não. A partir do momento em que essa diferença passa a existir, tudo desanda! A linguagem deve ser universal, assim como o respeito. O “bom dia” que você dá ao seu superior DEVE ser o mesmo que você dá ao porteiro, manobrista, recepcionista... a TODOS da empresa!
Devo admitir que a mulher encontra uma maior dificuldade em se qualificar pra o mercado de trabalho, mas tudo está ligado a prioridades e força de vontade. A vida não é fácil pra ninguém, tudo é questão de escolha e abdicações. O sucesso está na consciência tranquila de que você deu o seu melhor, que gastou tudo o que tinha até o último instante. Ser Zaha Hadid não me alimenta, mas ser Marion Mahony Griffin me encanta! :D