Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Surfando na onda

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Um domingo muito quente. Mais de 35 graus em plena primavera de Porto Alegre. Completamente sem inspiração, pedi uma luz no twitter. Surfe, me sugeriu um amigo.

A prancha é uma obra de arquitetura, acho. A evolução das pranchas é interessante. ( @CheMoura )
A ideia dele é que eu falasse sobre as pranchas. Creio. Mas em tão pouco tempo e com tanta falta de intimidade com o esporte, achei mais prudente ver como as pranchas e a inspiração no surfe podem ser usados em ambientes. Afinal calor, sol e surfe lembram praia e o verão está logo aí.

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Seja usando em adornos como essa almofada em saco de aniagem ou juta, com uma serigrafia ou bordado com inspiração no esporte, seja usando pranchas como parte integrante da ambientação, a referência traz um frescor de vida e movimento a qualquer espaço. 
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Muitas outras maneiras podem ser usadas. Inclusive aproveitando os belos grafismos étnicos que podem ser encontrados em algumas pranchas. Deixar uma peça dessas encostada em uma parede já faz toda a diferença em uma peça.   

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Podem ser usadas como brincadeira, nessa prateleira que tem a forma de uma prancha e pode ser usada em um quarto de criança.
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Vejam aqui um exemplo de como uma prancha pode conviver com uma decoração urbana também. Esse apartamento gaúcho mostra como essas peças podem ser elementos marcantes em uma sala.
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Mas e como são fabricadas essas pranchas? Lá na wikipédia podemos ler mais a respeito e ver o quanto é complexo o processo. Em outro site descobri que existem algumas maneiras de produzi-las com maior enfoque em sustentabilidade, já que as pranchas usam materiais poluentes em sua confecção. Uma dessas maneiras é faze-las em madeira, aqui no caso em Agave (árvores já mortas) e que foram aprovadas por surfistas. Achei o resultado final bem bonito e dizem que são eficientes.
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Há também uma experiência de fazer pranchas em garrafa pet mas não sei se os surfistas a adotariam...

Abaixo mais algumas ideias de como guardar e usar esses elementos em quartos, varandas e como elementos de decoração.  
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