MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

A vida, o semáforo, o equilíbrio

Após o dia da Criança o que pode vir? O Dia da Vida. 13 de outubro.
E a vida o que é? É bonita, é bonita e é bonita já dizia Gonzaguinha. Mas também é feita de equilíbrio, de muito jogo de cintura, "é luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos Só pode exaltar."

Após as brincadeiras da infância, para quem a pode ter, e chegada a hora do tomar tento que a Vida é mais, fazer o que?  Manter o jogo de cintura sempre.
Foto Guy Blanc
E para alguns essa luta é ainda mais intensa. Esse vídeo abaixo, super premiado, fala daqueles que, sem outra opção, tentam ganhar a vida nos semáforos, fazendo malabarismos para sobreviver, literalmente engolindo fogo ou se valendo de deformidades para angariar alguns trocados. E fala também de nós. Os que os vemos.

Veja mais em simonwilches.com



SEMÁFORO (Stoplight) from Simonwilchesc on Vimeo.

Malabaristas do Sinal Vermelho
João Bosco


Daqui de cima da laje
Se vê a cidade
Como quem vê por um vidro
O que escapa da mão
Uns exilados de um lado
Da realidade
Outros reféns sem resgate
Da própria tensão
Quando de noite as pupilas
Da pedra dilatam
Os anjos partem armados
Em bondes do mal
Penso naqueles que rezam
E nesses que matam
Deus e o diabo disputam
A terra do sal
Penso nos malabaristas
Do sinal vermelho
Que nos vidros fechados dos carros
Descobrem quem são
Uns, justiceiros, reclamam
O seu quinhão
Outros pagam com a vida
Sua porção
Todos são excluídos
Na grande cidade

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