MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Grupos criativos - equilibrio entre realidade e inovação

Domenico De Masi (autor do livro Ócio Criativo) em uma entrevista para a Folha de São Paulo fala sobre a verdadeira loucura que é viver em uma megalópole, citando que "São Paulo é um grande manicômio. Eu não consigo entender como os milhões de pessoas que vivem aqui passam horas no carro a caminho do escritório, com tantas ferramentas tecnológicas disponíveis para trabalhar de casa." Fonte 


Recebi essa dica de texto sobre o Domenico de Masi via Cintia Citton (uma amiga da vida real e do Face que é consultora em gestão de empresas na JN Consultores Associados ).

Isso me lembrou uma coisa que ouvia quando era pequena. Que a tendência do trabalho seria a automatização e as pessoas teriam mais tempo livre para serem felizes, para terem lazer e os serviços migrariam justo para essas indústrias de entretenimento e afins. Na real o que vemos é que estamos cada vez mais ligados ao trabalho. Os computadores e smart phones nos liberam muitas vezes do trabalho em escritórios (e nem sempre a julgar pelas conclusões do Domenico....) mas nos tornam cada vez mais ligados e pilhados em trabalho, em pesquisas, em busca de informações e o que resulta é que nossas vidas sim é que se tornam cada dia mais automatizadas. E as atividades criativas como é que ficam??? Segundo De Masi dificilmente as ideias inovadoras surgem em ambientes de trabalho.

Me lembrei de um outro livro que li do mesmo autor onde ele estudava os grupos criativos europeus em um século de história recente e chegava a conclusão que uma organização criativa vive da delicada sintonia entre a Emoção e a Razão. Quem trabalha em Arquitetura e em Design sabe bem do que ele fala. Em um blog sobre Inovação e Criatividade achei essa definição muito boa: 

"Depois de percorrer a história da humanidade em busca de respostas sobre o fascinante processo da criatividade, De Masi conclui que a alma da organização criativa é fantasia e concretude, entusiasmo e visão, identidade e universalidade, reflexão ociosa e vitalidade fecunda, é imaginação, tensão em direção ao futuro, respeito às raízes e responsabilidade com a natureza." Fonte


trecho do livro A Emoção e a Regra

trecho do livro A Emoção e a Regra
Recomendo a leitura do livro. Para quem quiser saber mais uma resenha no link abaixo


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