MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Norma 15575/2003 - Está em vigor - sabe o que é?

A partir de 19 de julho de 2013 entra em vigor uma Norma Técnica que vai afetar muito a sua vida: é a NBR 15575/2003. Sabe o que é? É a Norma que vai, teoricamente,  garantir ao consumidor, projetista e construtor uma construção com maior qualidade em termos de conforto.

Ela também é conhecida como Norma de Desempenho e vai definir padrões para vários quesitos da construção, como acústica, durabilidade e manutenção, entre outros. Há vários anos entidades ligadas à construção civil vem se reunindo e estudando, debatendo e normatizando esses requisitos que passarão a ser exigidos para qualquer projeto que der entrada em órgãos públicos. 

A norma está dividida em seis partes:

  • Requisitos Gerais
  • Requisitos para sistemas estruturais
  • Requisitos para sistemas de pisos internos
  • Requisitos para sistemas de vedações verticais internas e externas
  • Requisitos para sistemas de coberturas
  • Requisitos para sistemas hidrossanitários
    Fonte

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 Como fica o arquiteto? Segundo a ASBEA, "legalmente, o arquiteto é responsável pelo seu projeto uma vez que ele é o que possui a habilitação legal para fazê-lo, e deve desenvolvê-lo dentro das Normas Legais. Se, mesmo por solicitação do cliente, ele desenvolver um projeto que não atenda, ele continuará responsável por ele, e responderá por eventuais penalidades civis quanto a isto. A postura correta neste caso é manter a postura ética e recusar-se a atender a solicitação, mesmo que isto acarrete no fim do contrato".Fonte

Já falava sobre isso AQUI 

Quer saber mais? 


Veja AQUI uma edição comentada da Norma

Palestras da ASBEA sobre a norma 15575 - Baixe AQUI 


A Norma 15575/2003 encontra-se a venda no site da ABNT

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