Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Meme de dezembro - Árvore de Natal

Continuando com os memes de dezembro, hoje é dia de falar em Árvore de Natal. E porque no dia 6/12? Porque era a data tradicional em que se arrumavam as árvores de Natal.







Diz a história que a tradição de enfeitar as árvores vem da Alemanha, lá pelos anos 1500. Ou seja, quase na mesma época do descobrimento do Brasil. Fala-se que Martinho Lutero teria se encantado com a neve que enfeitava as árvores e reunindo isso à tradição pagã, chegamos às nossas de hoje. Já não mais cortadas como na época de minha infância, feitas de todas as maneiras e materiais, elas ainda guardam uma magia de significar que entramos na época natalina. 

Uma das maiores emoções de pequena era ajudar a arrumar a árvore. Era tudo muito mágico, desde pegar as caixas com os enfeites guardados, ver os que tinham sobrevivido. Eram muito frageis as bolinhas...Montar a árvore (a gente chamava de Pinheirinho de Natal) era tarefa de irmã mais velha. Para mim sobrava cortar os fios de linha do ano passado e separar os novos. O algodão que imitava neve, esse eu podia colocar, depois de tudo pronto.


 Mas o mais bacana era montar o presépio! Cada ano era diferente, com água de verdade, areia, reis magos que iam se aproximando do menino na manjedoura...Agora já se diz que nem animais tinham...Será? Eu ainda fico com a imagem de minha infância.  
 Hoje as árvores já não precisam ser cortadas, nem são tão tradicionais como eram. Mas o que deve sempre permanecer é a magia do Natal. É renovar sempre a esperança.

Fonte Pinterest

Comentários

  1. Muito show! Adoro a árvore seca. Este ano vou fazer assim de novo.
    beijo, menina

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