Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Meme de dezembro - Árvore de Natal

Continuando com os memes de dezembro, hoje é dia de falar em Árvore de Natal. E porque no dia 6/12? Porque era a data tradicional em que se arrumavam as árvores de Natal.







Diz a história que a tradição de enfeitar as árvores vem da Alemanha, lá pelos anos 1500. Ou seja, quase na mesma época do descobrimento do Brasil. Fala-se que Martinho Lutero teria se encantado com a neve que enfeitava as árvores e reunindo isso à tradição pagã, chegamos às nossas de hoje. Já não mais cortadas como na época de minha infância, feitas de todas as maneiras e materiais, elas ainda guardam uma magia de significar que entramos na época natalina. 

Uma das maiores emoções de pequena era ajudar a arrumar a árvore. Era tudo muito mágico, desde pegar as caixas com os enfeites guardados, ver os que tinham sobrevivido. Eram muito frageis as bolinhas...Montar a árvore (a gente chamava de Pinheirinho de Natal) era tarefa de irmã mais velha. Para mim sobrava cortar os fios de linha do ano passado e separar os novos. O algodão que imitava neve, esse eu podia colocar, depois de tudo pronto.


 Mas o mais bacana era montar o presépio! Cada ano era diferente, com água de verdade, areia, reis magos que iam se aproximando do menino na manjedoura...Agora já se diz que nem animais tinham...Será? Eu ainda fico com a imagem de minha infância.  
 Hoje as árvores já não precisam ser cortadas, nem são tão tradicionais como eram. Mas o que deve sempre permanecer é a magia do Natal. É renovar sempre a esperança.

Fonte Pinterest

Comentários

  1. Muito show! Adoro a árvore seca. Este ano vou fazer assim de novo.
    beijo, menina

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