Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Tu já foi na Feira do Livro?

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Quem é de fora e chega em Porto Alegre nessa época do ano vai escutar essa frase. Programa imperdível para os porto alegrenses. 

Livro na rua. Livro na Praça. Festa. Feira. Passear pela Praça da Alfandega e ir passando de banca em banca, folheando livros...

Se tu não foi ainda, tem que ir!
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Os livros começaram a ir para a Praça lá pela década de 50, em 1955 para ser mais precisa. Era uma maneira de impulsionar a venda com a oferta de belos descontos. Começou pequena, 14 barracas. E o lema era : "Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo."
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E o hábito foi-se firmando. A gente já nem comprava mais livros no começo de outubro, esperando pela baixa de preço na feira. Era bom demais !

E a chuva ? Outra que nunca falta. Em geral caía uma fortona em algum momento, e molhava tudo ! E era então que se comprava com mais desconto aqueles livros enrugados da água... 
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Mas entre sol e chuva, o melhor sempre eram os saldos. Antes de olhar as novidades, a gente corria para os balaios e ia descobrindo raridades. Quem nunca saiu de lá com um clássico a preço de banana?
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E da praça a Feira foi-se expandindo. Foi ganhando mais espaço, foi chegando ao Cais do Porto, foi-se abrindo para eventos, para palestras. Começou a ganhar mais barracas, setores internacionais, rádios que se mudam com seus estúdios para o meio das árvores e os pedestres vão interagindo com os comunicadores, com os intelectuais, com os famosos, todos unidos na paixão por ler e conhecer.
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E desde sexta dia 25/10 a sineta do Xerife Júlio La Porta já tocou pelos recintos da praça, inaugurando a 58 Feira do Livro de Porto Alegre. E até o dia 11 de novembro quando a mesma sineta toca na despedida, é hora da cidade curtir um de seus maiores símbolos, a maior feira de livros a céu aberto das Américas. 


E aí ? Tu já foi na Feira do Livro esse ano ? Se não, tem que ir vivente! 

https://www.facebook.com/FeiradoLivrodePortoAlegre

Leia o que já escrevi sobre as Feiras do Livro que já fui

http://arquitetandoideias.blogspot.com.br/2004/11/cartier-bresson-os-livros-e-praa.html
http://arquitetandoideias.blogspot.com.br/2010/11/os-livros-e-praca.html
http://arquitetandoideias.blogspot.com.br/2008/11/batida-do-ponto.html



Fonte do vídeo http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/feira-do-livro/pagina/feira-em-time-lapse.html

PS: eu sei que a concordância do título não está correta, mas é bem assim que a gente fala aqui em Porto Alegre. Tu foi, tu vai "ihhh"....

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