Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Cozinha e criança: tudo a ver


Cozinha de faz de conta feita em papelão

As nossas crianças estão contribuindo e muito com o mundo através da interação digital. Um exemplo muito legal é o que li no blog da Sam, A Vida como a Vida quer, onde ela fala sobre uma bela experiência que uma garota de apenas 9 anos lançou ao mundo: como crianças saudáveis deveriam se alimentar. Quer saber mais ? Leia AQUI sobre o blog que a Martha Payne criou e como os filhos da Sam estão participando nessa semana, contando para crianças (e adultos) no mundo como se alimentam crianças brasileiras.


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É fascinante ver como as barreiras são quase inexistentes entre as crianças que sempre estão dispostas a colaborar e nos ensinam grandes lições de como conviver com o outro. 

E falando em cozinha e participação infantil é sempre bom lembrar algumas pequenas regras para que essa convivência seja segura. Alguns cuidados devem ser levados em conta desde a hora do projeto. SEGURANÇA é o mais importante.


Comida divertida
A altura e a presença dos pequenos deve ser levada em consideração, assim como acabamentos e ausência de quinas e elementos que possam causar acidentes. Prever armários baixos onde eles possam acessar materiais que possam usar (e guardar os que não podem em locais altos e fechados). Fogo e facas são, por exemplo, itens que devem ser proibidos aos pequenos. Bancos seguros, gavetas que possam servir de escadas podem auxiliar os ajudantes que adoram olhar e participar da preparação de alguma guloseima. 

Comida divertida, usar a criatividade para fazer pratos diferentes, brincar com os legumes, as frutas, usar flores.

Fazer uma horta doméstica com a garotada e deixar que eles cuidem e aprendam como a semente germina e os cuidados com a terra. E tenham a incrível experiência de comer o que foi plantado e cuidado com as suas mãos. 

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 Ambientes coloridos ajudam a fazer com que a cozinha perca o ar de coisa distante e vire ambiente a se descobrir. Cenário de gostosa aprendizagem.   

Objetos divertidos também motivam a garotada.
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A ideia básica é ensinar que comer é um processo gostoso, um aprendizado que pode ser criativo e solidário como bem nos mostra o exemplo da Martha que não apenas viu a sua comida, mas pensou em tantos que não tem o que comer. Conheça como Martha - e mais pessoas- tem ajudado a que mais crianças também  possam comer mais e melhor AQUI 

E falando em criança e mundo melhor, olhem o que encontrei nessa pesquisa para escrever sobre cozinha e criança. Essa casa de boneca feita como mini conteineres ! Não podia deixar de colocar aqui também. 
Casa de boneca feita de mini conteiner



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