O quanto as cidades são seguras para mulheres?
Estava em uma conversa em um aplicativo de mensagens (aquele mesmo que quase todos usam) quando surgiu o assunto sobre uma rua bem famosa daqui. E eu disse que não me sentia segura ao andar por ela. Que tinha uma percepção de insegurança. E a resposta foi que seria talvez uma visão pessoal. Como sei que a visão (e experiência) das mulheres sobre o que é uma cidade segura pode ser diferente das visões masculinas, fui pesquisar a respeito em artigos acadêmicos e governamentais recentes para entender mais sobre a realidade. É mesmo percepção pessoal. Ou.... Pesquisa do Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva, divulgada em setembro de 2024, mostrou um dado alarmante: que 97% das brasileiras sentem medo de sofrer violência quando se deslocam pela cidade. A mesma pesquisa aponta que 71% das mulheres já sofreram algum tipo de violência durante seus deslocamentos urbanos. Entre mulheres negras e LBT, os índices sobem ainda mais. Isso não é sensação isolada. Se per...


Elenara:
ResponderExcluirDigna Homenagem a uma Preciosa Amizade.
Uma Excelente Semana!
Beijos
Elenara
ResponderExcluirEu e meus filhos ficamos emocionados com a homenagem feita por ti ao nosso querido "DADO", alguém como o Eduardo Minssen realmente não morre....se encanta. E este encanto faz com que sua memória continue viva entre nós, muito obrigada pelas pelavras e pelo carinho.
Jane Minssen
Jane,
ResponderExcluirO Eduardo era realmente uma pessoa especial. Conte com a minha amizade e admiração. O avo do Eduardo foi muito amigo de meu avô, foi de umaajuda inestimável à família definha avó quando ela ficou viuva, jovem e com quatro filhos pequenos. E o Eduardo ajudou a perpetuar sua memória. Esses atos não tem preço. E nós, família de Fábio Leitão, jamais esqueceremos. Grande abraço, Elenara
Muito bom ler sobre o Dado (meu irmão) amanhã 30.01 nosso pai faria 90 anos (morreu vom 56) e o Dado morreu com 52. Ouvi as histórias de sua família contadas por ele.
ResponderExcluirQue incrível coincidência receber tua mensagem hoje, dia da saudade e dia em que fi várias pesquisas sobre a revolução de 23 e a luta dos maragatos, incluindo meu avô Fábio. Teu irmão Eduardo deixou grandes lembranças com as suas postagens sempre tão preciosas sobre o vô Fábio. Minha eterna gratidão à ele! Obrigada por me relembrar que a vida sempre continua, presente nas sementes que espalhamos.
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