MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Dica de livro - Atado de ervas

Estava procurando um livro para dar de presente para meu pai que fez aniversário por esses dias e quando já tinha comprado um sobre a vida de Santos Dumont, passei na farmácia (!) e achei esse livro em oferta. O nome me chamou a atenção e fui ler sobre o que era ....

ATADO DE ERVASAna Mariano

O livro compõe um grande mosaico da vida campeira, do galpão de estância à sala de jantar, tendo como pano de fundo episódios reais que marcaram o Rio Grande do Sul e o Brasil em meados do século XX. Figuras históricas como Getúlio Vargas e João Goulart – tratados como estancieiros amigos da família – surgem nas notícias de rádio, sinalizando tempos de profundas mudanças no campo e na cidade.
Em uma prosa rica, que impressiona pela beleza das imagens que cria, Ana Mariano escolhe palavras precisas para tecer uma trama envolvente, em que as vidas de muitos se somam para contar uma mesma história: como se vivia e morria em uma estância de um passado não tão distante,em que os modos de vida e o espírito daquela época também são protagonistas.
E como todo livro estabelece comigo uma relação de parceria, ele me capta ou não, não resisti ao impulso e comprei. Nada sabia da autora, mas algo me assoprou que devia ser bom. E era !
Um romance que vai permeando a vida familiar e campeira com acontecimentos históricos, mas de maneira poética e que, retratando a aldeia, se torna universal porque fala das paixões, das fraquezas, das força e sonhos/esperanças dos personagens. Em alguns me senti retratada, em muitos me senti solidária. Leitura ágil, quase poética (não sem motivo, o primeiro livro da autora foi de poemas). Em algo me lembrou Luis Antonio de Assis Brasil, mas sem ser cópia, é referência.
Acabei a leitura essa madrugada. Todo bom livro é assim, te captura até a última palavra. E deixa saudades.   

Comentários

  1. Grande sugestão, obrigado!

    Oscar

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  2. Livro muito bom, antes de acabar de ler o livro eu já estava com saudades.
    Concondo que o estilo lembra outro escritores gauchos.

    Natalia

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