Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Construir ou Construir bem ? PS_ Sorteio

Atualizando: Vamos sortear aqui uma cortesia para a Masterclass do dia 23/11 com Lelé e Jacques Herzog. Quer concorrer ? Clique AQUI  até o dia 18/11 as 12:00. Vou sortear pelo http://www.random.org/ e mando um e-mail avisando quem ganhou, ok ?


Nem deveriamos fazer essa pergunta. Construir deveria ser sempre construir bem, assim como Arquitetar deveria ser sempre Arquitetar bem. Mas sabemos que na prática não é sempre assim. E como estamos na chamada bola da vez, com perspectivas de crescimento na industria da construção civil com o impulso das obras da Copa de 2014, os olhos do mercado mundial se voltam para o Brasil e suas potencialidades. E é nessa seara que se torna cada vez mais premente a discussão sobre a Arquitetura e o profissional arquiteto nesse contexto. 


Conquistamos o CAU, temos uma imensa rede de faculdades de arquitetura, a nossa profissão volta a ter um charme e apelo na sociedade, mas até que ponto somos atuantes como agentes transformadores das urbes onde vivemos. Recebemos capacitação para trabalhar com espaço: micro e macro, interior e exterior. Somos ou deveríamos ser urbanistas. Propor soluções. E por isso achei interessante mostrar aqui esse evento que vai acontecer agora em novembro. O Arq.Futuro se propõem a debater o nosso papel. 
    

UM EVENTO DE ARQUITETOS PARA ARQUITETOS

O Arq.Futuro tem como objetivo iluminar os diferentes papéis desempenhados pela arquitetura hoje, não apenas como expressão artística, mas também – e sobretudo – como elemento de transformação social.
O projeto nasceu da constatação de que discutir arquitetura é pensar a organização das cidades, as várias formas de viver, as diferentes concepções que norteiam a construção do ambiente humano – um debate cuja urgência se torna nítida ao considerar a proliferação de construções erguidas em completo desacordo com a geografia, a história e a natureza locais.
A partir da troca de ideias, conceitos e experiências entre profissionais de diferentes partes do mundo, o Arq.Futuro compõe um amplo e multifacetado painel dos desafios que atualmente se impõem à arquitetura e das formas pelas quais ela se insere na realidade contemporânea.

Veja mais informações AQUI

 

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