Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?
Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão. Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...











É incrível, amiga.
ResponderExcluirFico pensando que em São Paulo ainda temos espaço para tal aproveitamento com criatividade, limpeza,dignidade e organização principalmente para as comunidades (ex-favelas).
Excelente Semana!
Beijinhos
Prá ver o que faz se pensar antes de construir. Para tudo há uma (boa) solução !
ResponderExcluirBeijos
Olá encontrei seu blog através do comentário no Evento Mulheres Guerreiras.
ResponderExcluirIncrível, se não visse o projeto não acreditaria ser a mesma casa, o uso de materiais claros e um ótimo projeto de iluminação fazem dessa casa um exemplo de que não é necessário um espaço enorme para termos uma boa moradia.
A unica duvida que fiquei foi em relação a sala: a bancada a direita seria utilizada como banco, ou seria feito o uso de um futon?
Adorei a postagem.
Oi Nadia,
ResponderExcluirEspero que agora que encontrou o blog volte sempre.
Eu creio que aquelas caixas abaixo da bancada guardem algo como futtons ou o que o valha para as pessoas se recostarem. Já li que no Japão em geral tudo é móvel e com alguns movimentos os espaços se transformam.
Eu também adorei esse projeto.
Abraços