A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós
Como arquiteta, tenho uma certa implicância com a ideia de que minha profissão seja apontada como algo que começa, e as vezes termina, essencialmente na estética. Talvez porque, depois de tantos anos de prática, trabalhando com espaços internos e externos, e as pessoas que ali vivem e circulam, tenha ficado cada vez mais evidente para mim que uma porta, uma escada, uma calçada ou uma janela podem interferir muito mais na vida de alguém do que aquilo que aparece nas fotografias dos projetos. Quando falamos de envelhecimento, isso fica ainda mais evidente. A realidade nos mostra que o Brasil está envelhecendo rapidamente. Aquela pirâmide etária que aprendemos a desenhar nos livros de geografia já não representa o país que temos. E ainda estamos tentando entender o que isso significa para as nossas casas, para as nossas cidades e para o sistema de saúde. Eu costumo pensar que há uma pergunta simples por trás de tudo isso: onde queremos envelhecer? A resposta da maioria das p...











É incrível, amiga.
ResponderExcluirFico pensando que em São Paulo ainda temos espaço para tal aproveitamento com criatividade, limpeza,dignidade e organização principalmente para as comunidades (ex-favelas).
Excelente Semana!
Beijinhos
Prá ver o que faz se pensar antes de construir. Para tudo há uma (boa) solução !
ResponderExcluirBeijos
Olá encontrei seu blog através do comentário no Evento Mulheres Guerreiras.
ResponderExcluirIncrível, se não visse o projeto não acreditaria ser a mesma casa, o uso de materiais claros e um ótimo projeto de iluminação fazem dessa casa um exemplo de que não é necessário um espaço enorme para termos uma boa moradia.
A unica duvida que fiquei foi em relação a sala: a bancada a direita seria utilizada como banco, ou seria feito o uso de um futon?
Adorei a postagem.
Oi Nadia,
ResponderExcluirEspero que agora que encontrou o blog volte sempre.
Eu creio que aquelas caixas abaixo da bancada guardem algo como futtons ou o que o valha para as pessoas se recostarem. Já li que no Japão em geral tudo é móvel e com alguns movimentos os espaços se transformam.
Eu também adorei esse projeto.
Abraços