Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...


Foi muito bom conhecer seus textos, seu blog, suas idéias... Tal qual você, cresci em uma família, que aprendeu desde sempre a viver de forma sustentável. Da minha infância guardo a lembrança da minha mãe costurando folhas de papel de pão para que fossem usados para rabiscos e bilhetes caseiros. Ela também usava as embalagens dos sabonetes para perfumar nossas gavetas, e a água da geladeira descongelada era aproveitada para a faxina da cozinha. Assim, cresci com muita consciência contra o desperdício e aproveitando tudo. Esse hábito cultivo com prazer, especialmente no meu trabalho. Mas um fato em especial me chamou a atenção na sua postagem: os móveis feitos com caixinhas de fósforo! Aquela madeirinha fininha podia ser cortada e colada.. Quantos armarinhos, caminhas e mesas eu fiz para as minhas bonecas! Também acho que “meus objetos criativos” começaram ali.. Um bj e tudo de bom, Solange
ResponderExcluirComo é gratificante ler comentários como os teus e ver como nossos pais nos ensinaram, pelo exemplo, conceitos que guardamos e seguimos hoje. E fiquei encantada que tivemos a mesma iniciação nas caixinhas de fósforos...era tão fascinante criar aquelas mobílias, cheguei a enxergar pelas tuas palavras. Que bacana !
ResponderExcluirBeijos