Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...






Concordo com todos os aspectos de sustentabilidade, requisito fundamental à qualquer bom projeto de arquitetura.
ResponderExcluirOs prédios são ecologicamente corretos, eficientes e têm uma estrutura interessante, mas não me agradam.
Acredito que faltou poesia, faltou um outro requisito básico à um bom projeto: a habilidade de emocionar.
Pois eu gostei plasticamente deles. Achei bem interessantes, me lembraram o aspecto fabril inglês e por isso os achei bem inseridos no seu meio ambiente. Mas a emoção é algo muito subjetivo e particular. Eu, por exemplo, admiro a técnica de Van Gogh, mas ele não me emociona.
ResponderExcluirAbraços
Verdade, emoção é muito subjetivo e particular. Pensando no estilo fabril, faz até mais sentido essa estética.
ResponderExcluirFiz essa crítica porque tem vezes que me sinto muito incomodado, de ver projetos sustentáveis (até com certificação LEED platinum) mas que não têm bom cuidado estético.
É verdade, tem uns horríveis mesmo. Sou otimista, acho que com o tempo os projetos vão começar a conciliar beleza, sustentabilidade, economia e criatividade.
ResponderExcluirAbraços
Tomara que sim! Vamos ficar na torcida!
ResponderExcluirUm abraço