Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes. Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida. Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...




Nossa! Que jóia rara! Adorei o post e a matéria da revista, que é bem legal para vermos como era tratada a questão dos ambientes na época.
ResponderExcluirBjo
Que achado, hein, Elenara?!
ResponderExcluirBonito projeto, surpreende com seus ares bem contemporâneos!
Do fundo do baú, e repare: já se vê o anglicismo "living" aparecendo na planta, no lugar de "sala"...
Macaquitos "since" 1964!
Mãe, não há outro nome
ResponderExcluirmais doce, meigo e gentil;
No entanto posso escrevê-lo
só com três letras e um til.
Como prova de amizade,
de carinho e gratidão,
teu nome, Mãe querida,
eu trago no coração.
Mãe, em tua homenagem
prometo, solenemente,
que serei sempre boazinha,
estudiosa e obediente.
Desconheço a Autora
Beijos para sua mãe
Bom dia Noeli, eu escrevi no Google a primeira estrofe desse poema procurando o seu autor, porque eu quando criança recitava esse poema na Igreja e na escola!
ExcluirLucile, Oscar e Nô,
ResponderExcluirPois é, eu gosto muito de fazer esses garimpos. O olhar sobre o passado, mesmo um tão recente como esse, sempre acaba nos fazendo refletir sobre o nosso presente.
Abraços
Elenara