Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?
Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão. Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...




Nossa! Que jóia rara! Adorei o post e a matéria da revista, que é bem legal para vermos como era tratada a questão dos ambientes na época.
ResponderExcluirBjo
Que achado, hein, Elenara?!
ResponderExcluirBonito projeto, surpreende com seus ares bem contemporâneos!
Do fundo do baú, e repare: já se vê o anglicismo "living" aparecendo na planta, no lugar de "sala"...
Macaquitos "since" 1964!
Mãe, não há outro nome
ResponderExcluirmais doce, meigo e gentil;
No entanto posso escrevê-lo
só com três letras e um til.
Como prova de amizade,
de carinho e gratidão,
teu nome, Mãe querida,
eu trago no coração.
Mãe, em tua homenagem
prometo, solenemente,
que serei sempre boazinha,
estudiosa e obediente.
Desconheço a Autora
Beijos para sua mãe
Bom dia Noeli, eu escrevi no Google a primeira estrofe desse poema procurando o seu autor, porque eu quando criança recitava esse poema na Igreja e na escola!
ExcluirLucile, Oscar e Nô,
ResponderExcluirPois é, eu gosto muito de fazer esses garimpos. O olhar sobre o passado, mesmo um tão recente como esse, sempre acaba nos fazendo refletir sobre o nosso presente.
Abraços
Elenara