Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?
Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão. Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Ah, que sonho de consumo!
ResponderExcluirQue delícia seria apenas pendurar as roupas, para depois tornar a usá-las! Oxalá o conceito chegue rápido ao mercado...
Aqui em casa só conseguimos escapar da etapa da passanderia, aplicando um truque aprendido de uma aeromoça, que passava o uniforme usando o vapor do box nos hotéis.
A dica ainda é válida, pelo menos enquanto não tivermos uma maravilha como esta do Clean Closet disponível.
Aqui temos um banheiro com banho em cada andar, sobrepostos, então instalei aqueles pequenos exaustores usados normalmente para ventilar banheiros sem janela, jogando o ar de um box, para o imediatamente acima, mas não é preciso esta configuração! Se a pessoa tem espaço, pode criar uma caixa de vapor externa, ao lado do box que mais usa.
Assim penduramos as roupas em cabides plásticos dentro de um box fechado, e acionamos o ventilador ao tomar banho.
O vapor faz a vez do ferro de passar...