Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

Imagem
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Arquitetura viva



Segundo Rachel Armstrong, a superfície dos prédios pode oferecer uma grande oportunidade de interagirmos de maneira natural e saudável com o mundo que nos cerca. Vários exemplos dessa conexão tem sido usados por arquitetos ao longo dos anos. Um exemplo é a ponte viva de Cherrapungi, no nordeste da Índia, que é de ramos naturais guiados pela mão humana. Vence um vão de mais de 30 metros e suporta o peso de 50 pessoas.

Outros exemplos : As obras de Gaudí (1852-1926). Através de tecidos recheados de argila suspensos que ganhavam forma gracas a gravidade, ele conseguiu efeitos visuais fantásticos. E o arquiteto americano Matthias Hollwich que trabalha no sentido de que será possível criar cidades com toda a energia fornecida pelas plantas.

Rachel projeta em suas pesquisas arquitetônicas o uso das protocélulas. Elas são uma espécie de tecnologia viva, pois se movem, “sentem” e modificam o ambiente a sua volta, isso apesar de não terem nenhum DNA. Um de seus experimentos é  capaz de reproduzir uma substância aparentada do calcário a partir de dióxido de carbono dissolvido em água. Essa tecnologia está sendo proposta como alternativa para salvar Veneza, como mostra o vídeo acima, que possui legendas em português.  

Fonte (precisa ser cadastrado para ler toda a matéria) 

Comentários

Postar um comentário

Sua opinião é super importante para nós ! Não nos responsabilizamos pelas opiniões emitidas nos comentários. Links comerciais serão automaticamente excluídos

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Calungas, a representação da escala nos desenhos

Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia