Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

Imagem
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Mamma Mia !

Sábado chuvoso...o que fazer ? Pegar um cineminha logo depois do almoço, uma coisinha leve, filminho de mulher, para levantar o astral : Mamma Mia! Devo ter levado uns cinco minutos para conseguir estacionar o carro no estacionamento...Todos devem ter tido a mesma idéia que eu, ir para o refúgio de lazer da modernidade: O Shopping Center ! Aquele local seguro, cercado e com ar condicionado, onde se perde a noção do dia e noite, paraíso moderno do consumo. Teoricamente o local onde as pessoas vão desestressar...teoricamente.
Cinema bem feito, pouquíssimas pessoas, talvez pelo horário, talvez por ser um musical. Mas esses cinemas modernos pecam pelo exagero no ar condicionado, por vezes a gente congela lá dentro. E alguém deve achar que todos são surdos pelo volume em que colocam os anúncios. Será que existe alguma técnica de marketing que acredita que um som exagerado, seja nos cinemas e nos anúncios de tv, vão encantar possíveis compradores ? A mim irritam profundamente.
O filme. Nunca fui fã do ABBA, mas gostei. Estava de cabeca leve para ver esse tipo de filme. Paisagem bonita, filme simples, sem complicação, história bonitinha e TODO cantado. É meio gozado as pessoas cantarem ao invés de falarem, mas tudo bem. As músicas são conhecidas dos cinquentões (meu caso) e a memória musical é quase sempre associada a algo agradável. Meryl Streep segura o filme do começo ao fim e confesso que cheguei a chorar como uma adolescente em algumas cenas. E é bom demais ser meio piegas de vez em quando.
E na saída ...MAMMA MIA ! Mais engarrafamento. Para sair do Bourbon Country Shopping, para conseguir chegar em casa...em pleno sábado.
Cheguei a ter um sonho...de estar numa ilha grega, cantando a plenos pulmões !

Comentários

  1. Mamma Mia!

    O ar condicionado parece que está regulado em "Vento do Alaska". Aqui no cinema perto de casa também estava assim outro dia.
    É tão bom ver um filme assim que te deixa leve.
    Tô precisando fazer isso.

    Uma Linda Semana!
    Beijos

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Sua opinião é super importante para nós ! Não nos responsabilizamos pelas opiniões emitidas nos comentários. Links comerciais serão automaticamente excluídos

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Calungas, a representação da escala nos desenhos

O Constructo e o Rosto