MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Hostel em bambu na China

Na China, com uma população estimada em 1 386 940 548, podemos imaginar que todos os números são descomunais. Imaginem o que é o consumo de cimento com todo o seu impacto ambiental...Dentro dessa ótica, podemos imaginar que o convite para que arquitetos projetassem e construíssem estruturas habitáveis em bambu, um material abundante na região, possa ser recebida com aplausos. A arquiteta Anna Heringer foi um dos 12 profissionais convidados da Bienal Inaugural Bamboo, localizada na região de Longquan, na China. 

Seu projeto de formas poéticas abriga um hostel que tira partido do bambu, sem esconde-lo. Ao contrário. A forma privilegia a fragilidade aparente do material, expondo suas entranhas de forma muito bela. Baseadas na cultura do local, lembram vasos usados em várias utilidades e quando iluminados, lembram lindas luminárias chinesas. 

Um belo resultado que une tecnologia local, economia de material e uma experiência aconchegante aos usuários.  




A arquitetura é uma ferramenta para melhorar vidas. A visão por trás e a motivação para o meu trabalho é explorar e usar a arquitetura como um meio para fortalecer a confiança cultural e individual, para apoiar as economias locais e o equilíbrio ecológico. A vida alegre é um processo criativo e ativo e estou profundamente interessada no desenvolvimento sustentável da nossa sociedade e do nosso ambiente construído. Para mim, a sustentabilidade é sinônimo de beleza: um edifício harmonioso em seu design, estrutura, técnica e uso de materiais, bem como com a localização, o meio ambiente, o usuário, o contexto sociocultural. Isso, para mim, é o que define seu valor sustentável e estético. Anna Heringer

Projeto: Anna Heringer
Fotos: Jenni Ji e Julien Lanoo



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