Café Alta Política- Metamorfose da Vida

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No Café Alta Política, no dia 14 de agosto de 2026, tive a oportunidade de representar o Coletivo Metamorfose da Vida e falar sobre envelhecimento, autonomia e o papel que cada pessoa pode assumir na construção da própria longevidade. O Café Alta Política é organizado por Julio Pujol e Giselle Hubbe. Um encontro no belo café do Margs em Porto Alegre. Este foi o 60º e teve como tema Leituras do Envelhecer. Junto comigo para um bate papo, o ex-vereador e Secretário Adjunto de Inclusão e Des. Humano de Porto Alegre e Vinicius Kaster, Secretário Adjunto de Esportes de Porto Alegre. Falei sobre minha formação como arquiteta, mestre em Engenharia de Produção e integrante do coletivo Metamorfose da Vida, e como uma experiência mudou minha maneira de olhar para a vida e para a arquitetura: durante cerca de 20 anos, acompanhei o envelhecimento e o adoecimento dos meus pais. E aprendi como a sala de espera de uma UTI pode ser uma espécie de pós-graduação sobre a condição humana. A partir dessa ...

Casa com materiais baratos e muito espaço


"Você não tem que construir uma casa com materiais muito caros para conseguir algo realmente rico e revigorante.
Foi com essa concepção que o arquiteto Jonathan Lake projetou e construiu a sua casa de 170 m2 na Austrália. Aparentemente pequena, ela revela generosos espaços no seu interior.



E já começa na entrada e na opção de trocar a garagem por um caminho ajardinado por onde se entra, lentamente, na residência. Uma proposta quase inusitada em tempos de predominância ainda do transporte automotivo individual. Mas o arquiteto faz a comparação com o custo de uma garagem em orçamentos mais apertados e chega a conclusão que a troca é válida. Obviamente ele tem um local onde deixar seu automóvel com segurança. Uma viela nos fundos que é usada quase como um estacionamento particular.

A casa é formada por dois blocos. O térreo tem paredes de concreto e abriga as áreas de uso comum. Simbolicamente usa da força do material para representar a vida privada do refúgio.  

No segundo pavimento, que repousa sobre a caixa de concreto, estão as áreas de uso privado da família e o projeto privilegia a conexão com a vista da cidade, fazendo com que as pessoas usufruam do entorno. Os materiais usados são madeira reciclada e tijolos aparentes.

O arquiteto usou conceitos de ventilação natural, aproveitando as aberturas para as trocas de ar, economizando assim no uso de condicionadores de ar.


Nos móveis também foram usados acabamentos econômicos como laminados e compensados.
"Eu gosto do processo de concepção, pois é um pouco como uma aventura. Você começa com algumas ideias, e onde vai acabar não é necessariamente onde você pensou que seria no início. Tantas coisas entram em jogo; orçamento, as autoridades locais, tempo e disponibilidade de materiais Mas isso é divertido."

(Via )

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